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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Associações da AGU e Advogado-Geral Defendem Independência Institucional Diante de Relatório de Inteligência da PF

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Todos os veículos que cobriram esta história compartilham a mesma orientação política; leia com isso em mente.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Associações que representam as carreiras da Advocacia Pública Federal emitiram uma nota pública defendendo o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, após um relatório de inteligência não assinado da Polícia Federal (PF) sugerir que um relacionamento político com o Ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, possa ter influenciado as ações da Advocacia-Geral da União (AGU). As associações afirmaram que uma divergência na estratégia jurídica não deve ser convertida em um elemento de suspeição antes que os fundamentos técnicos e jurídicos sejam avaliados. Elas enfatizaram que a AGU é uma instituição de Estado guiada pela Constituição e pelas leis, e não por relacionamentos pessoais ou afinidades políticas.

Jorge Messias respondeu nas redes sociais, afirmando que as funções públicas devem ser guiadas pela Constituição e pela impessoalidade. Ele afirmou que tem o apoio do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva para exercer suas funções com independência técnica e ética profissional. Messias não mencionou explicitamente a Polícia Federal ou o Supremo Tribunal Federal em seu comunicado.

A controvérsia surge de um relatório da PF que analisou a decisão da AGU de não tomar medidas judiciais contra o Ministro Mendonça. Isso ocorre após um conflito em que o Ministro Alexandre de Moraes solicitou uma investigação sobre Mendonça por abuso de autoridade, depois que Mendonça ordenou um relatório expondo mensagens entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Além disso, algumas reportagens indicam que a Polícia Federal expressou insatisfação contínua com Messias em relação a casos envolvendo o caso Master e investigações sobre Lulinha.

Como cada lado enquadrou

Centro
Veículos com tendência central focaram no conflito institucional entre a AGU e a Polícia Federal, destacando a tensão entre a estratégia jurídica e as alegações de influência política.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.