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Argentina apresentará queixas criminais contra empresa de petróleo por perfurações nas Malvinas

5 fontes em 4 países · Reino Unido · Argentina · Brasil · Estados Unidos

Quem noticiou

  • BBC News Reino Unido · Centro · Pública · Licence fee, royal charter
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation
  • Clarin Argentina · Centro-direita · Grupo Clarin
  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Al-Monitor Estados Unidos · Centro · Jamal Daniel

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O governo argentino anunciou que apresentará queixas criminais contra a empresa de petróleo Navitas Petroleum, suas subsidiárias e seus executivos por operar nas águas próximas às Ilhas Malvinas. A ação legal visa o projeto de petróleo offshore Sea Lion na Bacia do Norte das Malvinas, onde a Navitas detém uma participação de 65%. Espera-se que o projeto inicie a produção em 2028, com uma estimativa de 1,7 bilhão de barris de petróleo. Autoridades argentinas alegam que a perfuração viola leis nacionais que proíbem a exploração de recursos sem a aprovação das autoridades argentinas.

O presidente Javier Milei afirmou recentemente que as ilhas, que a Argentina chama de Las Malvinas, pertencem à Argentina histórica e legalmente. Ele descreveu a perfuração como um perigo para a soberania argentina e descartou um referendo de 2013, no qual os residentes votaram para permanecer como um território ultramarino britânico, argumentando que os residentes não têm direito legítimo à autodeterminação. A queixa criminal foi assinada pelo Ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno, e pelo Procurador do Tesouro, Sebastián Amerio, citando violações da Lei 26.659 relativa à Plataforma Continental Argentina.

O governo britânico descartou as alegações do presidente Milei e afirmou que seu compromisso com os habitantes das Malvinas é inabalável. A Ministra do Escritório de Relações Exteriores, Kirsty McNeill, afirmou que a decisão de prosseguir com a produção de hidrocarbonetos é uma questão comercial para o governo das Ilhas Malvinas e para as empresas envolvidas. A Navitas e sua parceira, Rockhopper, declararam anteriormente que possuem licenças válidas das Ilhas Malvinas e não esperam que as observações do governo argentino tenham um efeito material no desenvolvimento do projeto.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este relato enfatizou a conexão israelense da empresa Navitas.
Centro
Estes relatos focaram na tensão diplomática entre o Reino Unido e a Argentina e nos detalhes legais e comerciais específicos do projeto de petróleo.
Centro-direita
Este relato forneceu especificidades legais detalhadas em relação à lei interna argentina e às entidades específicas nomeadas na queixa criminal.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.