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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Brasil se Prepara para as Eleições de 2026 em Meio a Mudanças nas Candidaturas e Planejamento de Mídia

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Brasil caminha para as suas eleições de 2026 com mudanças significativas no registro de candidatos e no planejamento estratégico de mídia. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram uma queda de 28 por cento nas candidaturas para deputado federal, caindo de 10.600 em 2022 para 7.600 em 2026. Esse declínio é atribuído a reformas eleitorais e cláusulas de barreira que favorecem detentores de cargo e partidos maiores. Embora os números gerais tenham caído, o partido Novo mais que dobrou seus candidatos, e a proporção de candidatas mulheres subiu ligeiramente para 36,6 por cento. Em Mato Grosso, seis candidatos estão registrados para o governo, incluindo o atual governador Otaviano Pivetta, que declarou o maior patrimônio entre qualquer candidato a governador no Brasil, com 575,6 milhões de reais. No Acre, a Rede Amazônica estabeleceu um calendário de cobertura para candidatos ao governo e ao Senado, utilizando resultados de pesquisas da Quaest para determinar horários de entrevistas e tempo de antena. Em relação à corrida presidencial, relatos indicam um ambiente volátil envolvendo disputas judiciais e a influência da política digital. Pablo Marçal lançou uma candidatura presidencial apesar de estar inelegível, enquanto Flávio Bolsonaro e Renan Santos também são destacados como figuras-chave. Algumas análises sugerem que o ciclo de 2026 está servindo como um campo de testes para as eleições de 2030, com foco na mobilização digital em vez de plataformas macroeconômicas detalhadas.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enfatizou tendências sistêmicas no registro de candidatos e os aspectos logísticos da cobertura midiática.
Centro
Enquadrou a corrida presidencial como uma disputa caótica e superficial impulsionada por táticas digitais e manobras judiciais.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.