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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

PIB do Brasil cresce 0,5% no segundo trimestre em meio a desaceleração econômica

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Produto Interno Bruto do Brasil cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação aos três meses anteriores, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este resultado representa uma desaceleração em relação ao crescimento de 1,1% registrado no primeiro trimestre. Embora o número tenha ficado ligeiramente acima da projeção mediana do mercado de 0,4%, analistas apontam para uma perda de impulso na economia em geral.

O crescimento foi impulsionado principalmente pelo setor agropecuário, que subiu 2,8%, e pela indústria extrativa, que cresceu 3,4%. Em contraste, o setor de serviços cresceu apenas 0,2% e a indústria geral cresceu 0,1%. Dentro do setor industrial, a transformação e a construção caíram 0,4%.

Um ponto significativo de preocupação nos relatórios é a queda no consumo das famílias, que recuou 0,4% no segundo trimestre após subir 0,8% no primeiro. Economistas atribuem essa queda às altas taxas de juros, com a taxa Selic permanecendo em 14% em agosto, e aos altos níveis de endividamento familiar. Os investimentos produtivos também desaceleraram, crescendo 1,2% em comparação a 3,4% no primeiro trimestre.

Os gastos governamentais cresceram 0,4% no segundo trimestre. Alguns analistas sugerem que o governo do presidente Lula implementou medidas de estímulo para evitar uma desaceleração mais acentuada antes das eleições de outubro. Além disso, um mercado de trabalho forte forneceu algum suporte à economia.

O contexto global mostra que o crescimento de 0,5% do Brasil foi semelhante ao dos Estados Unidos, que cresceram 0,4%, e da Zona do Euro, que cresceu 0,2%. O PIB da China cresceu 0,9% no mesmo período, marcando uma desaceleração em relação ao seu crescimento de 1,3% no primeiro trimestre.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esses veículos enfatizaram a 'desaceleração significativa' e expressaram maior preocupação com a fragilidade da indústria de transformação e a queda no consumo das famílias.
Centro
Esses veículos focaram nos dados técnicos e no contraste entre o forte desempenho agrícola e o arrasto causado pelas altas taxas de juros.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.