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Supremo Tribunal Federal torna deputado do PL réu por insultos ao presidente Lula

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, tornar o deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES) réu em uma ação penal por insultar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão segue uma denúncia da Procuradoria-Geral da República referente a um discurso proferido pelo deputado em 8 de abril de 2025, durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. Durante a sessão, Gilvan referiu-se ao presidente como um ex-condenado e cúmplice no crime, afirmando que queria que o presidente morresse e fosse para o inferno, mencionando especificamente a esperança de que ele sofresse um ataque cardíaco.

A ministra Cármen Lúcia, relatora, rejeitou a defesa do deputado de que suas palavras estariam protegidas pela imunidade parlamentar. Ela argumentou que o discurso foi uma manifestação vazia, dissociada do debate legislativo e destinada exclusivamente a ofender o presidente. O ministro Alexandre de Moraes acrescentou que os comentários excederam o exercício legítimo das funções parlamentares e constituíram um nível de ofensividade não coberto pela imunidade. O ministro Flávio Dino também votou a favor da decisão, observando que o compartilhamento de tais insultos nas redes sociais cria um mercado da bizarrice. O ministro Cristiano Zanin declarou-se impedido de participar do julgamento por ter atuado anteriormente como advogado de Lula.

Gilvan da Federal defendeu suas ações afirmando que o debate estava acalorado e que havia sido provocado por um aliado do governo. Ele também observou que o Conselho de Ética da Câmara havia arquivado anteriormente uma representação contra ele pelos mesmos fatos. No entanto, o ministro Moraes esclareceu que a decisão do Conselho de Ética não afeta a instância criminal. Em sessão plenária posterior, o deputado pediu desculpas por suas palavras, afirmando que, como cristão, não deveria desejar a morte a ninguém, embora tenha mantido que o presidente deve pagar por seus crimes.

Como cada lado enquadrou

Centro
O relatório com inclinação ao centro foca no raciocínio jurídico dos ministros e nas citações específicas usadas para justificar a remoção da imunidade parlamentar.
Centro-direita
O relatório com inclinação à centro-direita fornece mais contexto sobre o projeto de lei específico que estava sendo discutido e inclui o pedido de desculpas e a justificativa subsequente do deputado.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.