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Polícia Federal Brasileira Investiga Corrupção e Favoritismo Ambiental Envolvendo Ex-governador do Rio

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Polícia Federal (PF) divulgou relatórios detalhando uma suspeita de organização criminosa dentro do governo do estado do Rio de Janeiro que teria favorecido a refinaria Refit e seu proprietário, Ricardo Magro. A investigação, parte da Operação Sem Refino, foca na relação entre o ex-governador Cláudio Castro e Magro, que é atualmente foragido. A PF relata que Castro mantinha um canal direto e privilegiado com os representantes da refinaria para facilitar solicitações administrativas e monitorar demandas estratégicas. As evidências incluem mensagens de 2020 e 2025 nas quais Castro referia-se a Magro como um amigo e se oferecia para tratar pessoalmente da regularização fiscal da refinaria no estado.

Investigadores também destacam um padrão de favoritismo ambiental. Mensagens mostram que Bernardo Rossi, ex-secretário estadual de Meio Ambiente, e Renato Bussière, ex-presidente do órgão ambiental estadual Inea, trabalharam para garantir a renovação da licença ambiental da Refit, apesar de relatórios técnicos citarem irregularidades. Em uma troca, Rossi disse a Bussière para "atropelar o Ibama", a agência ambiental federal, quando esta complicou o processo. A PF alega que este grupo operava uma organização criminosa para servir a interesses privados e pode ter favorecido também a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Após a renovação da licença, quatro servidores que haviam emitido parecer contrário foram exonerados.

Investigações financeiras sobre Castro descrevem gastos de luxo supostamente financiados por terceiros. A PF relata um pedido de caviar de 10.500 reais pago por um associado e uma adega de 249.000 reais construída em uma propriedade em Petrópolis. A polícia também questiona o preço do aluguel de uma cobertura na Barra da Tijuca, observando que o valor do contrato era significativamente inferior às taxas de mercado. A defesa de Castro negou qualquer participação em lavagem de dinheiro ou o recebimento de vantagens indevidas, afirmando que todas as despesas descritas foram regulares.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enfatizou a corrupção sistêmica dentro das agências ambientais e o suposto esforço para manter um monopólio para a refinaria.
Centro
Destacou as manobras administrativas específicas e os processos de votação utilizados para garantir a licença ambiental da refinaria.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.