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Candidatos à Presidência do Brasil Pedem Reforma das Emendas Parlamentares Sem Planos Específicos

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A maioria dos principais candidatos à eleição presidencial brasileira de 2026 concorda com a necessidade de reformar o sistema de emendas parlamentares, embora não tenham apresentado planos detalhados sobre como implementar essas mudanças. Candidatos, incluindo o Presidente Lula, os ex-governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, e Renan Santos, criticaram o poder de senadores e deputados sobre esses fundos, argumentando que o poder executivo perdeu seu protagonismo. Essas emendas permitem que congressistas direcionem dinheiro para suas bases locais em projetos que aumentam seu capital político.

O orçamento atual aloca aproximadamente 61 bilhões de reais para esses recursos, sendo 37,8 bilhões de reais em emendas obrigatórias que o executivo deve pagar. Na prática, esses fundos frequentemente servem como moedas de troca entre a presidência e o Congresso. O Presidente Lula afirmou que pretende recuperar o controle sobre parte desse financiamento em um quarto mandato, argumentando que o presidente não pode perder prerrogativas fundamentais. No entanto, registros mostram que Lula utilizou essas emendas para aprovar projetos prioritários, pagando quase 32,5 bilhões de reais entre janeiro e junho de 2026, o que é mais de 30 por cento superior ao mesmo período de 2022.

O Senador Flávio Bolsonaro também descreveu os valores dessas emendas como estratosféricos e sugeriu que fossem reduzidos. Seu plano foca em alinhar os fundos com o Plano Plurianual do governo federal e aumentar a transparência, embora ele não tenha listado ações objetivas para alcançar isso. Ronaldo Caiado argumentou que o sistema presidencial não pode coexistir com os interesses fragmentados de 594 planos governamentais diferentes.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
O veículo de inclinação centro-esquerda enfatizou a questão sistêmica do orçamento sendo sequestrado pelo poder legislativo.
Centro
O veículo de inclinação central focou na falta de medidas objetivas nas propostas genéricas dos candidatos.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.