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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Diretor da CIA John Ratcliffe realiza visita secreta a Moscou

3 fontes em 3 países · Hungria · Israel · Itália

Quem noticiou

  • Telex Hungria · Centro · Reader-funded, staff-owned
  • The Jerusalem Post Israel · Centro-direita · Mirkaei Tikshoret (Eli Azur)
  • Corriere della Sera Itália · Centro-direita · RCS MediaGroup (Cairo Communication)

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Diretor da CIA John Ratcliffe realizou uma visita secreta a Moscou na semana passada, reunindo-se com o chefe do FSB Aleksandr Bortnikov e o chefe do SVR Sergei Naryshkin. De acordo com reportagens do The New York Times e da CNN, Ratcliffe instou o Kremlin a levar a sério as negociações de paz e alertou a Rússia contra ataques ao território da OTAN. Ele também teria instado Moscou a cessar o apoio econômico e militar ao Irã. Durante as reuniões, Ratcliffe questionou se o Presidente Vladimir Putin estava recebendo relatórios precisos sobre a situação sombria das forças russas no terreno na Ucrânia. Ao contrário de uma visita semelhante do ex-diretor da CIA William Burns em 2021, Ratcliffe teria não ameaçado retaliação caso seus avisos fossem ignorados.

O Presidente Donald Trump contestou a possibilidade de um ataque russo ao território da OTAN, afirmando em entrevistas ao Axios e à CNN que não está preocupado e acredita que nenhum ataque desse tipo ocorrerá. Embora algumas autoridades ucranianas prefiram Ratcliffe como canal de comunicação em vez de outros funcionários de Trump, como Steve Witkoff e Jared Kushner, o Kremlin apresentou relatos conflitantes sobre a visita. Um porta-voz do presidente russo descreveu inicialmente a viagem como um meio de estabelecer contato entre os serviços de inteligência, enquanto Sergei Naryshkin a caracterizou como uma reunião de trabalho rotineira, negando que as tensões da OTAN ou o Irã tenham sido discutidos.

Relatórios adicionais destacam atividades incomuns em torno da visita. O Moscow Times observou que três decretos presidenciais secretos, numerados 605, 606 e 607, estão ausentes dos registros públicos, levando alguns analistas a vinculá-los à chegada de Ratcliffe. Enquanto isso, a Bloomberg informou que algumas fontes do Kremlin acreditam que Putin não espera mais que negociações sejam possíveis e pretende impor sua vontade através da força, apesar das sanções ocidentais.

Como cada lado enquadrou

Centro
Este veículo enfatizou a natureza especulativa da visita, o mistério dos decretos russos desaparecidos e o contexto estratégico mais amplo da mobilização russa.
Centro-direita
Esses veículos focaram nos avisos específicos entregues pelo chefe da CIA e nas desmentidas públicas contrastantes do Presidente Trump.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.