Cristina Kirchner recorre de condenação por corrupção ao Comitê de Direitos Humanos da ONU
2 fontes · Argentina
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- elDiarioAR
- La Nacion
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Todas as fontes desta história reportam de Argentina.
Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.
A ex-presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner apresentou uma denúncia ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, buscando a revisão dos processos judiciais que levaram à sua condenação no caso 'Vialidad'. A ex-presidente argumenta que a sua sentença viola o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e descreve a sua situação como uma "proscrição perpétua".
Kirchner foi condenada a seis anos de prisão — atualmente cumpridos em prisão domiciliar — e à inabilitação perpétua para ocupar cargos públicos por administração fraudulenta na adjudicação de obras públicas em Santa Cruz. Em uma carta aberta e colunas publicadas em jornais internacionais, incluindo El País, Folha de S.Paulo e Libération, Kirchner afirmou ser vítima de machismo estrutural e perseguição política destinada a impedir que seu projeto seja eleito pelo povo.
Sua equipe jurídica, composta por Alberto Beraldi, Javier Borrego e Rafael Valim, realizou uma coletiva de imprensa para explicar o protocolo. Valim, que anteriormente defendeu o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva no caso de corrupção Lava Jato, observou semelhanças entre os dois casos em relação à falta de imparcialidade. Os advogados argumentaram que o processo foi marcado por irregularidades e visava excluir uma mulher da competição eleitoral.
Em resposta, o Ministro das Relações Exteriores Pablo Quirno descartou a denúncia internacional, afirmando que Kirchner é livre para fazer tais apresentações, mas sugerindo que a medida tem motivação política. Quirno alegou que aqueles por trás da ofensiva jurídica "querem voltar ao poder para perdoá-la", enfatizando que a ex-presidente já foi julgada e condenada pela Suprema Corte.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- Enquadra o evento como uma luta contra a exclusão política e a 'proscrição perpétua', destacando as alegações de discriminação de gênero de Kirchner.
- Centro-direita
- Enquadra o evento em torno de uma condenação por corrupção e enfatiza o envolvimento de assessoria jurídica associada a outras figuras controversas, como Lula da Silva.
Fontes
- Centro-direita La Nacion: With Lula's lawyer, Cristina Kirchner takes the conviction for the Vialidad case before the UN
- Centro-esquerda elDiarioAR: The Government dismissed the international complaint of Cristina Kirchner: "They want to return to power to pardon her"
- Centro-esquerda elDiarioAR: Cristina Kirchner filed an appeal before the UN Human Rights Committee for her "perpetual proscription"
Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).