1 de agosto de 2026
the news now

Cristina Kirchner recorre de condenação por corrupção ao Comitê de Direitos Humanos da ONU

2 fontes · Argentina

Quem noticiou

  • elDiarioAR Argentina · Centro-esquerda · Newsroom-majority owned, membership funded
  • La Nacion Argentina · Centro-direita · Saguier family

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Hachurado: o veículo é ligado ou controlado pelo Estado

A orientação indica a posição do veículo na política do PRÓPRIO país, nunca numa escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

A propriedade é divulgada, nunca avaliada.

Todas as fontes desta história reportam de Argentina.

Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.

A ex-presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner apresentou uma denúncia ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, buscando a revisão dos processos judiciais que levaram à sua condenação no caso 'Vialidad'. A ex-presidente argumenta que a sua sentença viola o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e descreve a sua situação como uma "proscrição perpétua".

Kirchner foi condenada a seis anos de prisão — atualmente cumpridos em prisão domiciliar — e à inabilitação perpétua para ocupar cargos públicos por administração fraudulenta na adjudicação de obras públicas em Santa Cruz. Em uma carta aberta e colunas publicadas em jornais internacionais, incluindo El País, Folha de S.Paulo e Libération, Kirchner afirmou ser vítima de machismo estrutural e perseguição política destinada a impedir que seu projeto seja eleito pelo povo.

Sua equipe jurídica, composta por Alberto Beraldi, Javier Borrego e Rafael Valim, realizou uma coletiva de imprensa para explicar o protocolo. Valim, que anteriormente defendeu o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva no caso de corrupção Lava Jato, observou semelhanças entre os dois casos em relação à falta de imparcialidade. Os advogados argumentaram que o processo foi marcado por irregularidades e visava excluir uma mulher da competição eleitoral.

Em resposta, o Ministro das Relações Exteriores Pablo Quirno descartou a denúncia internacional, afirmando que Kirchner é livre para fazer tais apresentações, mas sugerindo que a medida tem motivação política. Quirno alegou que aqueles por trás da ofensiva jurídica "querem voltar ao poder para perdoá-la", enfatizando que a ex-presidente já foi julgada e condenada pela Suprema Corte.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enquadra o evento como uma luta contra a exclusão política e a 'proscrição perpétua', destacando as alegações de discriminação de gênero de Kirchner.
Centro-direita
Enquadra o evento em torno de uma condenação por corrupção e enfatiza o envolvimento de assessoria jurídica associada a outras figuras controversas, como Lula da Silva.

Fontes

Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).