Ministro da Segurança de El Salvador Reúne-se com Figuras de Direita em São Paulo
2 fontes · Brasil
Quem noticiou
- Agencia Publica
- Folha de S.Paulo
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Todas as fontes desta história reportam de Brasil.
Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
Gustavo Villatoro, o Ministro da Segurança de El Salvador, visitou São Paulo em 31 de agosto para discutir as políticas de segurança do Presidente Nayib Bukele. O ministro falou em um congresso de segurança pública organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e participou de um jantar organizado pela produtora de filmes conservadora Brasil Paralelo. Durante esses eventos, Villatoro defendeu a abordagem rigorosa do governo salvadorenho no combate a gangues criminosas, que inclui encarceramento em massa e longas penas de prisão. Ele criticou organizações internacionais de direitos humanos, chamando-as de hipócritas e alegando que fazem parte de um complô contra a administração Bukele.
Várias figuras políticas de direita brasileiras expressaram apoio ao modelo salvadorenho. Entre elas estavam os candidatos presidenciais Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos. Sergio Moro, candidato a governador do Paraná, afirmou que, se eleito, criaria uma prisão de segurança máxima chamada El Salvador em homenagem a essas políticas. Outros candidatos dos partidos PL, Novo, União Brasil e PP também foram citados como participantes que buscaram interação com o ministro.
Os relatos sobre o evento diferem em seu enquadramento. Uma fonte de centro focou no entusiasmo dos candidatos de direita, descrevendo-os como bajuladores do ministro, ao mesmo tempo em que observou que a estratégia de segurança reduziu a criminalidade, mas enfrenta acusações de violações de direitos humanos. Uma fonte de esquerda enquadrou o evento como propaganda para um modelo punitivo, enfatizando a suspensão de garantias legais e o fato de que quase 2 por cento da população de El Salvador está encarcerada.
Como cada lado enquadrou
- Esquerda
- O relato enquadrou o evento como uma promoção de um modelo de segurança punitivo que ignora a perda do devido processo legal e das garantias jurídicas.
- Centro
- O relato focou nas dinâmicas sociais do evento e no contraste entre as menores taxas de criminalidade e as preocupações com os direitos humanos.
Fontes
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.