Estados-Membros da UE Pressionam para Retomar Uso de Ativos Russos Congelados para a Ucrânia
3 fontes em 3 países · Noruega · Ucrânia · Reino Unido
Quem noticiou
- Aftenposten
- Kyiv Independent
- Financial Times
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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
Suécia, Países Baixos, Espanha e Polônia estão instando a União Europeia a reabrir discussões sobre o uso de ativos financeiros russos congelados para fornecer apoio direto à Ucrânia. De acordo com um rascunho de carta visto pelo Kyiv Independent e relatado pelo Financial Times, os países estão pedindo que a Comissão da UE explore novas opções legais e técnicas para utilizar os fundos. Esperava-se que a carta fosse enviada em 27 de agosto, com um pedido para que os ministros das relações exteriores discutissem a questão em uma reunião informal na Irlanda em 1 e 2 de setembro.
Estima-se que a Rússia tenha mais de 200 bilhões de euros em ativos financeiros congelados em toda a Europa. Embora a UE já utilize os juros desses ativos para financiar um empréstimo à Ucrânia e tenha aprovado um empréstimo de apoio separado de 90 bilhões de euros, a Ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Malmer Stenergard, afirmou que essas medidas não são suficientes para atender às necessidades de Kyiv. A pressão ocorre enquanto o Presidente Volodymyr Zelensky pediu mais apoio financeiro até o final do ano.
Tentativas anteriores de acessar os ativos principais falharam devido à oposição da Bélgica, onde uma grande parte dos fundos está mantida no sistema de liquidação de títulos Euroclear. Autoridades belgas expressaram preocupações em relação a riscos legais, potenciais processos judiciais da Rússia e o impacto nos mercados financeiros. O rascunho da carta reconhece essas complexidades e pede soluções que garantam que os riscos sejam compartilhados entre todos os estados-membros da UE, para que nenhum país individual suporte um fardo desproporcional.
Como cada lado enquadrou
- Centro
- Esses veículos focaram no processo diplomático específico, no conteúdo do rascunho da carta e nas necessidades financeiras detalhadas da Ucrânia.
- Centro-direita
- Este veículo enfatizou os obstáculos técnicos e legais impostos pela Bélgica e as potenciais consequências para os mercados financeiros.
Fontes
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.