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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

UE, Meta e TikTok concordam em combater desinformação após crise na fronteira de Ceuta

3 fontes em 3 países · Brasil · Itália · Reino Unido

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Corriere della Sera Itália · Centro-direita · RCS MediaGroup (Cairo Communication)
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A União Europeia chegou a um acordo com a Meta e o TikTok para implementar um sistema de resposta rápida para a verificação de fatos de conteúdos relativos a travessias de fronteira para Ceuta. Este acordo segue um aumento massivo de migrantes do Marrocos para o enclave espanhol em 30 de julho, que resultou em quase 100 mortes. A Comissária de Tecnologia da UE, Henna Virkkunen, afirmou que o objetivo é evitar que redes criminosas utilizem informações falsas para induzir migrantes a tentarem travessias perigosas.

Sob o novo arranjo, as plataformas estabelecerão um canal dedicado para a troca de informações com a UE e organizações de verificação de fatos. Este mecanismo destina-se a identificar e abordar conteúdos potencialmente falsos mais rapidamente do que os sistemas tradicionais. As plataformas também se comprometeram a proibir conteúdos relacionados ao tráfico humano e a priorizar a revisão de publicações relativas a Ceuta. Um porta-voz da Comissão Europeia observou que estas ações são voluntárias e a Comissão não está forçando a remoção de conteúdo, mas está, em vez disso, mantendo um diálogo diário com as empresas e a Europol.

A reportagem sobre o evento variou conforme a inclinação política. A cobertura de centro-esquerda enfatizou o papel das redes criminosas e observou que alguns vídeos virais foram publicados por um veículo de notícias espanhol para destacar as pressões migratórias. A cobertura de centro-direita focou nas implicações de segurança para a Europa, mencionando preocupações da inteligência espanhola sobre futuras entradas massivas e o potencial de a crise ameaçar o Acordo de Schengen. Esta perspectiva também destacou alertas da UE sobre o potencial de canais ligados à Rússia ampliarem a crise.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enquadrou o evento como uma questão humanitária impulsionada por redes criminosas e pressão mediática.
Centro-direita
Enquadrou o evento como uma ameaça à segurança das fronteiras europeias e à estabilidade do Acordo de Schengen.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.