Investigação da Polícia Federal Revela Bilhões em Compras de Crédito Fraudulentas pelo BRB
2 fontes · Brasil
Quem noticiou
- G1
- Folha de S.Paulo
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Todas as fontes desta história reportam de Brasil.
Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
A Polícia Federal brasileira concluiu que o Banco de Brasília (BRB) transferiu aproximadamente R$ 17 bilhões para o Banco Master para a compra de carteiras de crédito, com R$ 12,2 bilhões desses ativos identificados como falsos. De acordo com a investigação, a fraude envolveu Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) falsas de empréstimos consignados inexistentes gerados pela Tirreno, uma empresa de fachada controlada pela Cartos. O relatório da Polícia Federal afirma que o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, buscou intencionalmente salvar o Banco Master ao ignorar alertas legais e ignorar análises técnicas padrão para acelerar os pagamentos. Em alguns casos, executivos do BRB teriam expandido os limites de inadimplência de 4 por cento para 5 por cento para facilitar a aquisição de ativos problemáticos.
Paulo Henrique Costa, que está em prisão preventiva desde abril, é acusado de receber R$ 146 milhões em imóveis de luxo do banqueiro do Master, Daniel Vorcaro. Após uma ordem judicial para bloquear seus bens, relatórios bancários revelaram que a maioria das contas de Costa estava vazia ou em dívida, incluindo um saldo devedor no Itaú e uma dívida de R$ 799.435,79 com o BRB por empréstimos contraídos entre 2021 e 2024. Durante uma busca em seu apartamento de alto padrão em Brasília, a polícia apreendeu mais de 20 armas de fogo, incluindo 16 pistolas e cinco rifles.
O BRB emitiu um comunicado alegando que a instituição foi vítima de atos criminosos. O banco observou que, desde então, renovou completamente sua diretoria executiva e contratou uma auditoria forense independente para investigar as operações. Enquanto a cobertura de centro foca nos detalhes técnicos da fraude financeira e nas falhas internas da liderança do banco, a cobertura de centro-esquerda enfatiza os problemas jurídicos pessoais do ex-presidente e os esforços da atual administração para distanciar a instituição de seus ex-executivos.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- Destacou a responsabilidade criminal de indivíduos e os esforços da gestão atual para enquadrar o banco como vítima.
- Centro
- Focado na mecânica da fraude financeira e nas falhas específicas da governança bancária.
Fontes
- Centro Folha de S.Paulo: PF report indicates that BRB bought R$ 17 billion in credits from Master
- Centro-esquerda G1: Former president of BRB had zeroed accounts and debit balance on the date of asset blocking
- Centro-esquerda G1: Master Case: BRB claims to have been "victim of criminal acts" and that it promoted "total renewal" of executives
93% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.