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FIFA Mantém Mistério Sobre Local da Final da Copa do Mundo de 2030 Após Afirmação de Oficial Marroquino

6 fontes em 4 países · Brasil · Argentina · Chile · Reino Unido

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Infobae Argentina · Centro-direita · Daniel Hadad
  • La Tercera Chile · Centro-direita · Copesa (Saieh family)
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Fouzi Lekjaa, o presidente da Federação Real Marroquina de Futebol, afirmou na quinta-feira que a final da Copa do Mundo de 2030 será realizada em Casablanca, Marrocos. Lekjaa fez o anúncio durante um evento político em Bouznika, afirmando que a província de Benslimane terá a honra de sediar a partida. O jogo ocorreria no Grand Stade Hassan II, um estádio atualmente em construção com um custo estimado de 1 bilhão de dólares e uma capacidade projetada de 115.000 pessoas. Se concluído conforme planejado, seria o maior estádio do mundo dedicado exclusivamente ao futebol.

A FIFA não confirmou oficialmente o local e um porta-voz afirmou que a decisão será tomada no momento oportuno. Isso ocorre após uma declaração em agosto, na qual a FIFA descreveu como falsas e enganosas as reportagens de que o presidente Gianni Infantino teria prometido a final ao Marrocos. Enquanto isso, Rafael Louzan, presidente da Federação Real Espanhola de Futebol, argumentou publicamente que a Espanha deveria sediar a final.

O torneio de 2030 apresentará um formato único, com partidas disputadas em seis países. Argentina, Paraguai e Uruguai sediarão os jogos de abertura de suas respectivas equipes para homenagear o centenário da primeira Copa do Mundo. A maior parte do torneio será organizada por Marrocos, Portugal e Espanha.

Veículos de centro focaram na contradição factual entre as afirmações de Lekjaa e a falta de confirmação oficial da FIFA. Veículos de centro direita enquadraram o evento como uma tática de pressão estratégica do Marrocos ou um gatilho para uma crise diplomática e esportiva na Espanha, observando o contexto político da campanha de Lekjaa e a relação entre a FIFA e a UEFA. Veículos de centro esquerda apresentaram a informação como uma alegação da federação marroquina que permanece não verificada pelo órgão governante global.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Apresentou a notícia como uma alegação não confirmada da federação marroquina.
Centro
Focou na discrepância factual entre as afirmações do presidente da federação e o silêncio oficial da FIFA.
Centro-direita
Enquadrou o evento como um movimento político calculado pelo Marrocos que criou tensão e crise na Espanha.

Fontes

93% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.