1 de agosto de 2026
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Desdobramento de uma história em curso · cobertura anterior

Presidente da FIFA Enfrenta Reação Global e Ameaças de Boicote Sobre Plano de Privatização da Copa do Mundo

12 fontes em 8 países · 1 ligadas ao Estado

Quem noticiou

  • Clarin Argentina · Centro-direita · Grupo Clarin
  • Infobae Argentina · Centro-direita · Daniel Hadad
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
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Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, está enfrentando ampla oposição de órgãos governantes do futebol continental e líderes políticos após uma proposta de vender participações minoritárias na Copa do Mundo e em outros torneios importantes para investidores privados. O plano envolve a criação de uma entidade comercial chamada FIFA Forward Enterprise (FFE) para gerir direitos de transmissão, patrocínios e venda de ingressos. A FIFA visa arrecadar até 4,2 bilhões de dólares de investidores privados, com base em uma avaliação total da entidade de 20 bilhões de dólares, com os fundos destinados a apoiar o desenvolvimento do jogo em 211 associações membros.

A UEFA, o órgão governante do futebol europeu, votou unanimemente pelo boicote a todos os torneios da FIFA, incluindo a Copa do Mundo, a menos que o plano seja descartado imediatamente. A UEFA afirmou que a Copa do Mundo é um legado esportivo e não um produto de investimento. A CONCACAF e a Confederação Asiática de Futebol (AFC) também rejeitaram a proposta, citando a falta de transparência e a falha no devido processo na fase de consulta. Embora esses dois órgãos não tenham chegado a ameaçar um boicote, a AFC pediu uma revisão urgente da governança e das estruturas de tomada de decisão da FIFA.

A pressão sobre Infantino intensificou-se com a renúncia de seu conselheiro sênior, Carlos Cordeiro, que descreveu a proposta como um mau negócio para o futuro do futebol. Além disso, o primeiro-ministro britânico Andy Burnham pediu a renúncia de Infantino, afirmando que a proposta era ultrajante e que o presidente da FIFA é o homem errado para liderar a organização. O Comissário de Esportes da União Europeia, Glenn Micallef, também criticou o plano, alertando que a comercialização implacável do esporte está se tornando corrosiva.

A FIFA defendeu o projeto, afirmando que não está vendendo o futebol e que a organização manterá o controle exclusivo sobre a governança, as competições e os regulamentos. Em um comunicado, a FIFA alegou que o processo de consulta foi prejudicado por desinformação da mídia e reafirmou sua intenção de continuar o processo para garantir que cada associação membro possa votar com base em fatos. O prazo para as associações membros responderem à proposta é 19 de setembro.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esses veículos enfatizaram a 'guerra civil' dentro do esporte e destacaram os pedidos de renúncia de Infantino como um sinal de sua falha em liderar.
Centro
Esses relatórios focaram no conflito institucional e nos detalhes financeiros específicos da entidade comercial proposta.
Centro-direita
Essas fontes destacaram a falta de transparência na governança da FIFA e os argumentos específicos apresentados por funcionários que renunciaram e pela AFC.

Fontes

Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).