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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministro da Fazenda Dario Durigan Nega Crise Geral do Varejo em Meio ao Pedido de Recuperação da Casas Bahia

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Ministro da Fazenda Dario Durigan afirmou em entrevista à GloboNews nesta sexta-feira que o setor de varejo brasileiro não está passando por uma crise geral, apesar do recente pedido de recuperação judicial da Casas Bahia. Durigan citou um crescimento agregado de 2 por cento nas vendas do varejo entre junho e julho para sustentar sua posição. Ele reconheceu que, embora algumas famílias e trabalhadores estejam enfrentando dramas e que setores dependentes de crédito estejam com dificuldades, esses problemas não constituem uma crise sistêmica. Ele observou que o comércio on-line está crescendo mais rápido do que as lojas físicas e mencionou uma diminuição nas falências e recuperações judiciais em comparação ao setor industrial.

Enquanto a fonte de inclinação centro focou na negação da crise pelo ministro e em sua menção a empresas específicas em dificuldade, como Marabraz e Tok&Stok, a fonte de inclinação centro-esquerda forneceu um contexto mais crítico. Esta fonte destacou que o setor de varejo eliminou quase 46.000 empregos formais no primeiro semestre de 2026 e viu um aumento de 20 por cento nos pedidos de recuperação judicial de abril a junho. A fonte de centro-esquerda também detalhou a taxa Selic atual de 14 por cento ao ano e um déficit governamental de R$ 92 bilhões no primeiro semestre de 2026.

Durigan atribuiu a pressão sobre o setor de varejo às altas taxas de juros e a uma política monetária contracionista. Para enfrentar isso, ele se comprometeu a apertar o arcabouço fiscal para controlar os gastos públicos e reduzir as despesas obrigatórias. Ele afirmou que a melhoria dos resultados fiscais é essencial para colaborar com a política monetária e, eventualmente, reduzir as taxas de juros.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enquadrou o evento contrastando as afirmações do ministro com dados econômicos negativos específicos sobre perda de empregos e aumento de pedidos de recuperação.
Centro
Focou nas negações diretas do ministro e em sua caracterização do fechamento de empresas como parte de transformações econômicas naturais.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.