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Ex-funcionários movem processo contra Julio Iglesias por agressão sexual e exploração trabalhista

3 fontes em 2 países · Argentina · Espanha

Quem noticiou

  • Infobae Argentina · Centro-direita · Daniel Hadad
  • La Nacion Argentina · Centro-direita · Saguier family
  • El Pais Espanha · Centro-esquerda · Grupo PRISA

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Duas ex-funcionárias do cantor Julio Iglesias moveram um processo na Espanha acusando-o de agressão sexual e exploração trabalhista. As mulheres, identificadas pelos pseudônimos Rebeca e Laura, alegam que os eventos ocorreram em 2021 enquanto trabalhavam como governanta e fisioterapeuta nas propriedades do cantor nas Bahamas e na República Dominicana. A denúncia, apresentada em 3 de setembro perante a Seção de Instrução do Tribunal Central de Instância, afirma que Iglesias usou sua posição de poder para recrutar, transportar e alojar as mulheres em um clima de intimidação constante. As autoras descrevem ter sido submetidas a assédio e agressão sexual contínuos, bem como a condições de trabalho forçadas e degradantes.

Esta ação legal segue uma denúncia anterior apresentada em janeiro, a qual a promotoria espanhola arquivou após dez dias. A promotoria concluiu que os tribunais espanhóis careciam de jurisdição porque os supostos crimes ocorreram no exterior e careciam de vínculos suficientes com a Espanha. No entanto, a organização Women's Link, que fornece apoio jurídico às mulheres, argumenta que, sob a Lei Orgânica do Poder Judiciário, a Espanha pode julgar um cidadão espanhol por crimes cometidos no exterior se o ato também for considerado um crime no país onde ocorreu. A organização afirma ainda que a Espanha deve cumprir tratados internacionais de direitos humanos.

O processo busca uma investigação sobre potenciais crimes, incluindo tráfico humano para trabalho forçado e servidão, lesões, tratamento degradante e violações da liberdade e integridade sexual. As mulheres também solicitaram medidas de proteção específicas durante o processo. Julio Iglesias negou as acusações de assédio e agressão sexual, tendo divulgado anteriormente mensagens para tentar desacreditar as mulheres e afirmando que nunca abusou ou coagiu qualquer mulher.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este relato enfatizou as dinâmicas de poder e vulnerabilidade, enquadrando o caso dentro do contexto mais amplo de violência de gênero e direitos humanos.
Centro-direita
Esses relatos focaram fortemente nos aspectos técnicos jurídicos da jurisdição e nos artigos específicos da lei do Poder Judiciário espanhol.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.