Ex-membros do Likud, Gilad Erdan e Yuli Edelstein, lançam novo partido de direita
4 fontes em 2 países · Israel · Singapura · 1 delas ligada a um Estado
Quem noticiou
- Haaretz
- The Times of Israel
- The Jerusalem Post
- The Straits Times
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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
O ex-embaixador israelense na ONU, Gilad Erdan, e o MK Yuli Edelstein lançaram um novo partido de direita, atualmente sem nome, antes das eleições de 27 de outubro. O partido é liderado por Erdan e consiste em dissidentes do Partido Likud do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu. Um pilar central do novo partido é a demanda por recrutamento universal para as FDI, visando especificamente o fim das isenções de serviço militar para judeus ultraortodoxos. Erdan propôs uma Lei Básica que exija que todos os cidadãos israelenses realizem serviço militar ou nacional para enfrentar a grave escassez de mão de obra nas forças armadas.
Em relação a futuras coalizões, Erdan afirmou que o partido não se juntaria a um governo estreito e expressou abertura para fazer parcerias com figuras da oposição, como Gadi Eisenkot e Naftali Bennett. No entanto, ele estabeleceu uma linha vermelha contra sentar-se com Yair Golan, do partido Democratas. Embora alguns relatos indiquem que o partido se compromete a não ingressar em nenhum governo com representantes ultraortodoxos, Erdan disse ao Jerusalem Post que o partido não é contra ninguém, desde que seus princípios estejam alinhados com o objetivo de compartilhar o ônus do serviço.
Sobre segurança e ideologia, Erdan afirmou seu apoio aos assentamentos e sua oposição ao estabelecimento de um estado palestino. Ele pediu uma política de segurança proativa e opôs-se a retiradas unilaterais. Um relatório observou que o partido também busca uma investigação nacional sobre as falhas que levaram ao ataque de 7 de outubro.
Uma pesquisa do Canal 13 sugere que o novo partido pode não entrar no Parlamento, mas poderia enfraquecer a contagem de assentos do Likud. Em um cenário, o Likud poderia cair para 20 assentos, potencialmente deixando Netanyahu atrás do desafiante Gadi Eisenkot, cujo partido Yashar poderia conquistar 23 assentos.
Como cada lado enquadrou
- Esquerda
- Este veículo enfatizou o papel do partido como uma tentativa de atrair eleitores de direita que são especificamente opostos a Netanyahu.
- Centro
- Este veículo enquadrou o evento como um sinal de que o partido Likud não representa mais seus próprios eleitores.
- Centro-direita
- Esta cobertura destacou a ameaça estratégica que o partido dissidente representa para a reeleição de Netanyahu e a estabilidade da coalizão.
Fontes
- Esquerda Haaretz: Ex-Likud lawmakers launch party in bid to woo right-wingers opposed to Netanyahu
- Centro-direita The Jerusalem Post: 'Right, enlistment, unity': Ex-UN ambassador Gilad Erdan launches new party with Edelstein
- Centro-direita The Straits Times: Israeli breakaway party eyes PM Netanyahu voters over draft impasse
- Centro The Times of Israel: Erdan and Edelstein unveil still-unnamed party: ‘Likud no longer represents its voters’
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.