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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ex-proprietário da Reag assina acordo de delação na Operação Compliance Zero

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) assinou um acordo de delação premiada com João Carlos Mansur, ex-proprietário da gestora de fundos Reag. O acordo aguarda agora homologação do Ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. Mansur é uma figura central na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de fraude de bilhões de reais envolvendo o Banco Master. A investigação sugere que fundos geridos pela Reag foram utilizados em triangulações financeiras para inflar ativos ou esconder o destino final de recursos. Mansur forneceu 17 anexos de informações focados no ex-banqueiro Daniel Vorcaro, e mencionou políticos, incluindo o Senador Jaques Wagner e o ex-prefeito ACM Neto. Especificamente, um relatório observa um pagamento de 63.300 reais feito pela Reag por ingressos de shows para parentes do Senador Wagner.

Simultaneamente, Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, enfrentou retrocessos em suas próprias tentativas de cooperar. A PGR solicitou recentemente o arquivamento de denúncias feitas por Vorcaro, afirmando que ele não forneceu provas concretas ou um fato legalmente delimitado. Em depoimento ao gabinete do Ministro Mendonça, Vorcaro alegou que sua intenção de colaboração focava em indivíduos do círculo interno do governo atual. No entanto, ele não mencionou seu envolvimento no financiamento do filme Dark Horse, uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. Vorcaro alegou que sua prisão foi uma tática de intimidação para impedi-lo de falar.

A Reag foi liquidada pelo Banco Central em janeiro devido a graves violações de normas financeiras. A empresa também está ligada à Operação Carbono Oculto, que investiga a infiltração do grupo criminoso organizado PCC na economia formal. Investigadores suspeitam que aproximadamente 700 milhões de reais de empresas ligadas ao crime organizado foram lavados através de fundos da Reag para carteiras do Banco Master. Mansur negou anteriormente irregularidades, alegando que a Reag possuía compliance forte e foi penalizada por ser grande e independente.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Destacou a falta de evidências nas alegações de Vorcaro e sua falha em revelar vínculos com a cinebiografia da administração anterior.
Centro
Focado nos detalhes processuais da delação premiada e no aumento significativo da riqueza declarada por Mansur.
Centro-direita
Enfatizou o enfraquecimento estratégico de Vorcaro devido à cooperação de Mansur e as ligações específicas com o crime organizado.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.