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Ex-governador do Rio Sérgio Cabral é condenado a pagar multas por privilégios na prisão

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A 4ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o ex-governador Sérgio Cabral a pagar R$ 1 milhão em danos morais coletivos e uma multa equivalente a 12 vezes o seu último salário como governador. A decisão segue uma investigação sobre um sistema de privilégios que Cabral recebeu enquanto estava encarcerado nas prisões de Benfica e Bangu 8 entre 2016 e 2018. Seis agentes públicos, incluindo o ex-secretário de Administração Penitenciária, também foram condenados e ordenados a pagar multas e R$ 100.000 cada em danos morais.

Evidências apresentadas pelo Ministério Público do Rio detalharam uma ampla gama de itens e serviços proibidos. Estes incluíam uma televisão de 65 polegadas, um sistema de home theater e um aparelho de DVD, que teriam sido trazidos por meio de uma doação fraudulenta de uma entidade religiosa que posteriormente negou a afirmação. Outros privilégios incluíam alimentos de luxo, como camarão, queijos e bacalhau, bem como acesso exclusivo a colchões especializados, filtros de água e equipamentos de academia. Eletrodomésticos proibidos, incluindo uma sanduicheira e aquecedores portáteis, também foram encontrados em sua cela.

Além de bens físicos, o tribunal constatou que Cabral recebeu visitas privilegiadas. Familiares e autoridades teriam ignorado as filas de segurança e os horários padrão. Investigações também revelaram que páginas estavam faltando do livro de visitas da prisão e que os sistemas de câmeras apresentaram falhas. O relator do caso, Juiz Caetano Ernesto da Fonseca Costa, afirmou que essas ações prejudicaram o princípio da impessoalidade e a confiança pública no sistema prisional.

A defesa de Cabral argumentou que ele foi absolvido dessas acusações na esfera criminal e alegou que a condenação civil é desarrazoada. Enquanto a fonte de centro-esquerda focou na natureza específica dos luxos para destacar o absurdo das regalias, a fonte de centro-direita enquadrou o evento como uma falha sistêmica da administração penitenciária e uma quebra de confiança pública.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
O relatório enfatizou os detalhes específicos e luxuosos das regalias para destacar o contraste entre o tratamento de Cabral e o de outros prisioneiros.
Centro-direita
O relatório enquadrou o evento como uma falha estrutural do sistema prisional e uma violação do princípio da impessoalidade.

Fontes

96% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.