Luana Vitra Estreia Instalação sobre Metais Terras Raras na Pinacoteca
2 fontes · Brasil
Quem noticiou
- UOL
- Folha de S.Paulo
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Todas as fontes desta história reportam de Brasil.
Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
A artista Luana Vitra inaugurou uma nova instalação intitulada "Bandeira Branca" na Pinacoteca do Estado de São Paulo. A obra, que apresenta uma bandeira branca tensionada por um grande arco e flecha, reflete sobre violência, desejo e as disputas modernas por metais terras raras utilizados na transição energética. Vitra foi selecionada para o projeto por meio de uma parceria entre a Pinacoteca e a Chanel.
Nascida em Contagem, cidade da região do Quadrilátero Ferrífero, Vitra é bisneta de um minerador. Ela utiliza o ferro como seu meio principal para traçar paralelos entre a história da extração mineral e a experiência do corpo negro, observando uma história compartilhada de ganância e violência. Ela descreve o processo de oxidação como uma forma de greve do material.
O Diretor Geral da Pinacoteca, Jochen Volz, descreveu a obra como urgente e poética. A trajetória diversificada de Vitra inclui a alfabetização precoce por meio da poesia, formação em dança a partir dos 13 anos e graduação em moda. Sua ascensão profissional inclui o prêmio Pipa e a participação na 35ª Bienal de São Paulo com a instalação "Pulmão da Mina", que fazia referência ao uso de canários por africanos escravizados para detectar gases tóxicos em minas.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- O relatório enfatiza a interseção da identidade da artista e a violência sistêmica associada ao colonialismo e à extração mineral.
- Centro
- O relatório apresenta a trajetória da artista e os temas da instalação como um perfil direto de uma artista contemporânea em ascensão.
Fontes
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.