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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Governo Lula Propõe Orçamento de 2027 com Superávit Primário e Aumento do Salário Mínimo

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional o projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, projetando um superávit primário de R$ 18,6 bilhões, o que representa 0,13% do PIB. Embora a meta fiscal oficial seja um superávit de 0,5% do PIB, ou R$ 73,2 bilhões, a projeção efetiva do governo é menor devido a vários ajustes fiscais e exceções. As despesas totais são estimadas em R$ 2,83 trilhões, com gastos obrigatórios representando aproximadamente 92% das despesas primárias. Apenas os benefícios previdenciários devem custar R$ 1,16 trilhão, um aumento de R$ 87,5 bilhões em relação às estimativas de 2026.

A proposta inclui um salário mínimo projetado de R$ 1.741, representando um aumento de 7,4% sobre os atuais R$ 1.621. Este ajuste segue uma política de concessão de ganhos acima da inflação. Além disso, o governo reservou R$ 44,8 bilhões para emendas parlamentares obrigatórias, um aumento de R$ 4 bilhões em comparação a 2026. O orçamento também aloca R$ 97,9 bilhões para linhas de crédito subsidiadas, as quais o governo observa que podem resultar em um custo implícito de R$ 20,5 bilhões para a dívida pública.

Do lado da receita, o governo espera arrecadar R$ 677,9 bilhões com novos impostos introduzidos pela reforma tributária, incluindo a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e um Imposto Seletivo sobre produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. O orçamento também inclui uma injeção de R$ 6 bilhões para o serviço postal estatal, Correios. Em relação às dívidas judiciais, o governo prevê R$ 97,7 bilhões em precatórios, com R$ 38,4 bilhões desse valor sendo incorporados à meta fiscal, conforme exigido por uma emenda constitucional de 2025.

Veículos com inclinação de centro destacam a tensão entre as metas de superávit do governo e a pressão do aumento da dívida pública e dos gastos parlamentares. Veículos de centro esquerda enfatizam os benefícios sociais do aumento do salário mínimo e o compromisso do governo em manter as contas no azul.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Destacou o impacto positivo do aumento do salário mínimo e a importância simbólica de retornar o orçamento ao superávit.
Centro
Focado nos desafios técnicos para atingir as metas fiscais, o custo do crédito subsidiado e a influência das emendas parlamentares.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.