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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Michelle Bachelet se reúne com o Presidente Lula em meio a dificuldades para o cargo de Secretária-Geral da ONU

2 fontes em 2 países · Brasil · Chile

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • La Tercera Chile · Centro-direita · Copesa (Saieh family)

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, reuniu-se com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira para discutir sua candidatura a Secretária-Geral da ONU. A reunião ocorre enquanto Bachelet enfrenta um cenário difícil após duas rodadas de consultas informais no Conselho de Segurança da ONU. Na primeira votação secreta, Bachelet ficou em quarto lugar com seis votos encorajadores, cinco votos desencorajadores e quatro votos neutros. No entanto, seu desempenho caiu na segunda consulta, onde recebeu apenas dois votos encorajadores, seis votos negativos e sete votos neutros. De acordo com um relatório, ela terminou em penúltimo lugar nessa rodada, superando apenas a candidata do Equador, Ivonne Baki.

Bachelet é formalmente apoiada pelos governos do Brasil e do México, embora tenha perdido o apoio do governo chileno após José Antonio Kast assumir o poder. Antes de chegar a Brasília, Bachelet reuniu-se com a presidente mexicana Claudia Sheinbaum. Relatos indicam que a reunião no México foi adiada por vários dias, levantando questionamentos sobre o nível de compromisso do México com sua candidatura.

A oposição dos Estados Unidos é citada como o principal obstáculo. Uma fonte observa que o presidente Donald Trump não respondeu às solicitações brasileiras para receber Bachelet, enquanto outra menciona que o embaixador dos EUA, Michael Waltz, criticou abertamente sua indicação. A ameaça de um veto dos Estados Unidos, membro permanente do Conselho de Segurança, paira sobre sua candidatura.

Brasil e México argumentam que é importante que a ONU seja liderada por uma mulher da América Latina, já que nenhuma mulher ocupou o cargo desde 1946 e o último líder latino-americano serviu de 1982 a 1991. Apoiadores no governo brasileiro sugerem que a viabilidade dos candidatos só ficará clara quando as identidades dos votantes forem reveladas, especificamente se os votos desencorajadores vieram de membros permanentes com poder de veto.

Como cada lado enquadrou

Centro
Esta fonte enquadrou a situação como uma crise de viabilidade, ao mesmo tempo em que enfatizou a importância regional e de gênero da candidatura.
Centro-direita
Esta fonte enquadrou a situação com um tom mais forte de pessimismo, destacando a queda nas expectativas e a probabilidade de um veto dos EUA.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.