1 de agosto de 2026
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Desdobramento de uma história em curso · cobertura anterior

Netanyahu promete visita a Nova York apesar de mandado do TPI e pedidos de prisão

4 fontes em 2 países · Israel · Índia

Quem noticiou

  • Haaretz Israel · Esquerda · Schocken family and M. DuMont Schauberg
  • The Times of Israel Israel · Centro · Seth Klarman (majority backer)
  • The Jerusalem Post Israel · Centro-direita · Mirkaei Tikshoret (Eli Azur)
  • The Indian Express Índia · Centro · Indian Express Group (Goenka family)

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Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou sua intenção de viajar para a cidade de Nova York em setembro para a Assembleia Geral das Nações Unidas, apesar dos pedidos de sua prisão feitos pelo candidato à prefeitura de Nova York, Zohran Mamdani. Em entrevista à Fox News, Netanyahu descartou Mamdani como um funcionário que "disseia ódio" e comparou a retórica em torno de sua visita aos anos 1930. Embora Mamdani tenha rotulado Netanyahu como um "criminoso de guerra" e instado as autoridades federais a executarem os mandados do Tribunal Penal Internacional (TPI), ele reconheceu que as autoridades da cidade de Nova York não possuem autoridade legal para efetuar uma prisão por conta própria.

Abordando o mandado ativo do TPI para sua prisão por alegados crimes de guerra em Gaza, Netanyahu disse a Sean Hannity que não tem medo de viajar internacionalmente porque possui "proteção de forças especiais". Ele descreveu o TPI como uma burocracia não eleita "corrupta" e "maligna", alertando que o tribunal poderia eventualmente visar soldados e líderes americanos. Israel continua a rejeitar a jurisdição do TPI e nega todas as alegações de crimes de guerra.

Uma pesquisa recente da Economist/YouGov destaca uma divisão significativa nos EUA em relação ao assunto, revelando que 49% dos americanos acreditam que Netanyahu deveria ser preso sob acusações de crimes de guerra enquanto estiver nos Estados Unidos. Esse sentimento é particularmente forte entre os democratas, com 68% apoiando a prisão, em comparação com 24% dos republicanos.

Durante sua atual viagem aos EUA, Netanyahu reuniu-se com o ex-presidente Donald Trump, descrevendo a reunião como "uma das melhores" que já teve e caracterizando a aliança EUA-Israel como um "muro de granito". Os dois líderes discutiram seu objetivo compartilhado de impedir que o Irã adquira armas nucleares. Netanyahu alertou ainda que, se Israel for atacado pelo Irã, responderá com "força terrível".

Além disso, o líder da oposição israelense Yair Lapid reuniu-se com senadores democratas graduados em Washington para instá-los a não "desistir" de Israel e a manterem a solidariedade diante dos desafios atuais.

Como cada lado enquadrou

Esquerda
Enquadrou o evento em torno da tensão entre a visita planejada de Netanyahu e a campanha por sua prisão.
Centro
Focou em fornecer um equilíbrio de dados de opinião pública, limitações legais das autoridades locais e declarações factuais de ambos os lados.
Centro-direita
Enfatizou o desafio de Netanyahu contra um sistema internacional "corrupto" e destacou a força da aliança com Donald Trump.

Fontes

Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).