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Operação Frankmobile Apreende 50 Toneladas de Celulares em Grande Operação Contra o Crime no Brasil

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Todos os veículos que cobriram esta história compartilham a mesma orientação política; leia com isso em mente.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) lançou a Operação Frankmobile na quinta-feira, resultando na apreensão de mais de 50 toneladas de celulares e peças nos estados de São Paulo e Goiás. A operação, que seguiu uma investigação de dois anos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), levou a 15 prisões e à execução de 84 mandados de busca e apreensão. As autoridades apreenderam sete caminhões, dois ônibus e aproximadamente 122.500 reais em espécie, além de outros eletrônicos, como notebooks e tablets.

Investigadores descreveram um ciclo criminoso dividido em quatro etapas distintas: o roubo inicial das vítimas, o desbloqueio dos aparelhos e o roubo de dados pessoais, a alteração dos números de IMEI para facilitar a revenda e a desmontagem de telefones para peças. Para combater a natureza fragmentada da estrutura criminosa, a polícia utilizou diversas táticas. Estas incluíram o uso de cães especializados treinados para farejar componentes eletrônicos, agentes de inteligência infiltrados e a análise de dados financeiros e fiscais.

Um foco significativo da operação foi a Trocafone, uma grande varejista de celulares usados. O GAECO alega que a Trocafone atuou como o nó financeiro central da rede, usando seu modelo de negócio para dar aparência legal a dispositivos roubados. Promotores afirmam que um cruzamento de registros revelou mais de 759.000 telefones sem as respectivas notas fiscais de compra. Além disso, o MPSP citou 18 relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sugerindo lavagem de dinheiro por meio de depósitos fragmentados que totalizam 95,8 milhões de reais. A Trocafone negou as alegações, afirmando que repudia a venda de dispositivos ilícitos e mantém procedimentos rigorosos de triagem.

Embora os relatórios oficiais foquem nos aspectos técnicos e legais da operação, a reação do público destacou diferentes perspectivas. Alguns cidadãos criticaram o governo estadual, argumentando que tais operações são insuficientes comparadas à necessidade de policiamento preventivo nas ruas para interromper os roubos antes que ocorram.

Como cada lado enquadrou

Centro
A cobertura focou nos detalhes operacionais do trabalho policial, na decomposição estrutural da rede criminosa e nas alegações legais específicas contra a empresa envolvida.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.