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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Delegados da PF solicitam impedimento do Procurador-Geral Paulo Gonet em investigação do caso Master

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) solicitou que o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, declare-se impedido de atuar em procedimentos relacionados ao caso Master. O pedido ocorre após a abertura de uma investigação por Gonet sobre a conduta da Polícia Federal (PF) em relação a um relatório que detalhava vínculos próximos entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. O relatório também citava o próprio Gonet.

A ADPF, representando mais de 2.300 delegados, argumenta que o relatório foi produzido sob ordem direta do Ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça e que os investigadores estavam apenas cumprindo um mandato judicial. A associação afirma que a investigação de Gonet sobre a conduta da PF tem um efeito intimidador sobre os investigadores e constitui um uso impróprio do controle externo da atividade policial. Eles sustentam que, se o Procurador-Geral acredita que a ordem judicial foi irregular, o canal adequado para contestação é dentro do processo no Supremo Tribunal Federal, e não por meio de um inquérito disciplinar contra os executores.

A ADPF cita ainda o Código de Processo Penal para argumentar que as regras relativas ao impedimento de juízes também se aplicam ao Ministério Público, especialmente porque Gonet é nomeado no relatório. Além do pedido de impedimento, a associação solicitou o arquivamento da investigação atual e uma investigação completa e não seletiva de todos os fatos revelados pela Operação Compliance Zero. Enquanto isso, o Ministro Alexandre de Moraes utilizou relatórios de inteligência distintos para solicitar uma investigação sobre o Ministro André Mendonça, alegando que Mendonça pode ter direcionado investigações por razões pessoais e políticas.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este enquadramento destaca o conflito mais amplo entre ministros do Supremo Tribunal Federal e a natureza específica dos relatórios de inteligência utilizados nas disputas.
Centro
Esta cobertura fornece uma visão geral equilibrada dos pedidos processuais e dos artigos jurídicos específicos citados pela associação.
Centro-direita
Estes relatórios enfatizam os argumentos jurídicos relativos a ordens judiciais e a potencial intimidação de investigadores pelo Procurador-Geral.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.