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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

PGR Solicita que Caso de Tráfico de Influência de Lulinha Seja Retirado do Supremo Tribunal Federal

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou que o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, transfira para uma instância inferior a investigação sobre Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A PGR argumenta que o caso deve ser movido para a primeira instância da justiça porque nenhum indivíduo com foro privilegiado está envolvido na investigação. Lulinha, o filho mais velho do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está sendo investigado por suspeita de tráfico de influência no governo federal. O Ministro Mendonça ainda não decidiu sobre o pedido.

A investigação centra-se em alegações de que Lulinha e um grupo de associados tentaram vender um projeto de cannabis medicinal ao Ministério da Saúde. Relatórios da Polícia Federal indicam que a lobista Roberta Luchsinger teria atuado em nome de Lulinha, usando a frase "Eu sou o Fábio" em mensagens para se identificar como sua representante. O grupo teria buscado uma margem de lucro de 20 por cento no negócio, que não foi finalizado. O Ministério da Saúde afirmou em nota que nunca contratou canabidiol, pois o produto não está incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Lulinha é atualmente alvo de três inquéritos no STF. Dois são supervisionados pelo Ministro Mendonça, incluindo um relativo ao Ministério da Saúde e outro envolvendo a empresa estatal Dataprev. Um terceiro inquérito, sobre o vazamento de informações da investigação de cannabis, é supervisionado pelo Ministro Flávio Dino. A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e criticou os vazamentos de informações como seletivos e motivados politicamente. Roberta Luchsinger também negou irregularidades, afirmando que criminalizar amizades afronta os princípios do estado democrático de direito.

Como cada lado enquadrou

Centro
Esses veículos focaram no pedido processual da PGR e nos detalhes específicos das comunicações da lobista.
Centro-direita
Esses veículos enfatizaram a escala financeira potencial do negócio e enquadraram a reação da defesa como uma resposta a interesses políticos durante um período eleitoral.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.