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Presidente Kast Introduz Reforma de Segurança com Novo Estado de Exceção

2 fontes em 2 países · Chile · Espanha

Quem noticiou

  • La Tercera Chile · Centro-direita · Copesa (Saieh family)
  • El Pais Espanha · Centro-esquerda · Grupo PRISA

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Presidente José Antonio Kast submeteu oito reformas constitucionais ao Senado como parte de sua Agenda contra o Crime Organizado e o Terrorismo (ACOT). A peça central da proposta é um novo estado de exceção para casos de ameaças graves e iminentes à segurança pública. Esta medida permitiria ao Presidente restringir a liberdade pessoal, a liberdade de movimento e o direito de reunião, permitindo também a interceptação de comunicações e a requisição de bens. O estado de exceção poderia durar até 120 dias, com uma possível prorrogação pelo Presidente e prorrogações subsequentes exigindo a aprovação do Congresso. Sob este regime, um Oficial General seria colocado no comando das zonas afetadas.

A reforma também introduz medidas direcionadas àqueles condenados por crime organizado e terrorismo. Estas incluem a proibição perpétua de ocupar cargos públicos e uma restrição de 15 anos no acesso a penas substitutivas ou benefícios penitenciários. Adicionalmente, a proposta mantém restrições a benefícios financiados pelo estado, tais como saúde e educação, para indivíduos condenados, embora o escopo específico destas restrições seja determinado por uma lei que exija um quórum qualificado. A iniciativa propõe ainda a criação de um registro de organizações criminosas e concede ao Presidente o poder de declarar um grupo como organização terrorista ou de crime organizado com base em relatórios do Ministério Público ou do Conselho de Segurança Nacional.

O enquadramento das reformas varia conforme a perspectiva política. Fontes de centro-direita enfatizam as negociações políticas internas e o estreitamento da proposta para abordar preocupações dentro da coalizão governista sobre danos institucionais. Em contraste, a cobertura de centro-esquerda foca na natureza restritiva do novo estado de exceção e nas dúvidas jurídicas levantadas por constitucionalistas sobre a redundância de tornar a segurança pública um mandato constitucional.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Focado na natureza restritiva do estado de exceção e nas críticas jurídicas à proposta.
Centro-direita
Destacou o processo legislativo e os ajustes feitos ao texto para manter o apoio da coalizão.

Fontes

90% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.