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Arábia Saudita, Turquia e Paquistão estabelecem secretariado para a Aliança de Defesa de Meca

5 fontes em 5 países · 1 delas ligada a um Estado

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Dawn Paquistão · Centro-esquerda · Pakistan Herald Publications (Haroon family)
  • Al Jazeera Catar · Centro-esquerda · Ligada ao Estado · Qatari government funded
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation
  • Al-Monitor Estados Unidos · Centro · Jamal Daniel

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Arábia Saudita, a Turquia e o Paquistão concordaram em estabelecer um secretariado na Arábia Saudita para institucionalizar a Aliança de Defesa de Meca. A decisão foi tomada na segunda-feira durante a primeira reunião do Comitê Estratégico Político e de Defesa realizada em Istambul. Um secretário-geral do Paquistão liderará o secretariado por um período inicial de três anos. A aliança baseia-se no Acordo de Defesa Conjunta de Meca assinado em 7 de agosto, que estipula que um ataque armado contra qualquer um dos três estados membros será considerado um ataque a todos. Este princípio de defesa coletiva é semelhante ao Artigo 5 da OTAN. A reunião em Istambul incluiu ministros das relações exteriores e da defesa, bem como altas autoridades militares. Os participantes discutiram o aumento das capacidades de defesa, a integração das forças armadas e a cooperação na indústria militar e no desenvolvimento tecnológico.

O Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, afirmou que a aliança não é direcionada a nenhum país específico e está aberta a outros estados regionais que respeitem a soberania e a integridade territorial, mencionando o Egito como um possível candidato. A aliança reúne a Turquia, que possui o segundo maior exército da OTAN; o Paquistão, o único estado com armas nucleares no mundo islâmico; e a Arábia Saudita, um exportador global de petróleo líder. O pacto surge em meio a altas tensões regionais, incluindo conflitos envolvendo o Irã e ações militares de Israel. Enquanto fontes de centro focaram nas declarações diplomáticas sobre a não agressão e na estrutura administrativa do secretariado, fontes de centro-esquerda enfatizaram o potencial da aliança para alterar o equilíbrio de poder regional e seu papel como resposta à instabilidade no Oriente Médio.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esses veículos apresentaram a aliança como uma mudança estratégica no equilíbrio de poder regional e uma resposta a ameaças do Irã e de Israel.
Centro
Esses veículos focaram nos detalhes administrativos oficiais do secretariado e nas afirmações diplomáticas de que o pacto não visa nenhum estado específico.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.