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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Senado Adia Votação de PEC da Escala 6x1 em Meio a Tensão Política

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Senado brasileiro adiou a votação final de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acabaria com a escala de trabalho 6x1, movendo a deliberação para depois do primeiro turno da eleição presidencial em 4 de outubro. Embora a proposta tenha sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na quarta-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não incluiu a medida na pauta do plenário para a semana atual. O governo havia pressionado por uma votação antes do primeiro turno, mas Alcolumbre citou a resistência de senadores da oposição e de uma ala do centrão como razões para o atraso.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o atraso nas redes sociais, culpando a oposição e, especificamente, o coordenador de campanha de seu adversário, Flávio Bolsonaro. Lula argumentou que a oposição está tentando bloquear uma conquista que garante um dia extra de descanso sem redução salarial, enquanto a oposição afirma que a medida poderia causar instabilidade econômica. O senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, afirmou que a decisão de não votar agora deveu-se, em parte, à falta de votos garantidos no plenário, o que tornaria uma derrota arriscada.

Na CCJ, a proposta foi aprovada simbolicamente. Quatro senadores registraram votos contra: Rogério Marinho, Jaime Bagattoli, Hamilton Mourão e Tereza Cristina. O relator Omar Aziz rejeitou 36 emendas para evitar que o texto retornasse à Câmara dos Deputados, o que atrasaria ainda mais o processo. As mudanças propostas incluem a redução da carga horária semanal máxima de 44 para 40 horas e a garantia de dois dias de descanso semanal, com um período de transição de dois meses para 42 horas e um ano para 40 horas.

Representantes do governo, incluindo o ministro José Guimarães, expressaram esperança por uma votação de última hora, mas a maioria dos analistas políticos espera que a questão seja decidida entre o primeiro e o segundo turno da eleição. O governo agora foca em manter um relacionamento positivo com Alcolumbre para garantir que a PEC seja aprovada até o segundo turno, em 25 de outubro.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esta cobertura enfatizou as demandas de Lula e enquadrou o atraso como resultado da obstrução da oposição liderada pelo campo de Flávio Bolsonaro.
Centro
Estes relatos focaram na manobra legislativa e na relação estratégica entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Alcolumbre.
Centro-direita
Este enquadramento destacou os detalhes específicos das emendas propostas pela oposição e as potenciais preocupações econômicas em relação à transição para as empresas.

Fontes

93% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.