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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Senador Romário deixa o PL para apoiar Eduardo Paes para governador do Rio de Janeiro

5 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O senador Romário anunciou sua saída do Partido Liberal (PL) na sexta-feira, 14 de outubro, e declarou seu apoio a Eduardo Paes (PSD) na disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Em nota divulgada no sábado, o ex-jogador disse que permanecerá sem partido por enquanto e que não há negociações atuais para uma nova filiação. Romário afirmou que sua decisão baseou-se em sua avaliação dos desafios enfrentados pelo estado e em sua crença de que Paes possui as melhores condições para governar e resolver problemas antigos. Ele enfatizou que a saída foi um fim amigável de um ciclo político, observando que sai sem ressentimentos ou conflitos pessoais.

A movimentação cria uma divisão dentro do PL, que apoia Douglas Ruas para governador. Algumas reportagens observam que essa ruptura segue um histórico de atritos entre Romário e o ex-presidente Jair Bolsonaro, particularmente em relação à disputa pelo Senado em 2022 e à eleição municipal de 2024 no Rio. Embora Romário não tenha declarado preferência por um candidato presidencial, observa-se que Paes é apoiado pelo presidente Lula.

A cobertura do evento variou no foco. Reportagens de centro e centro-esquerda incluíram contexto adicional sobre os problemas jurídicos pessoais de Romário, especificamente uma ordem judicial para bloquear pagamentos de seu trabalho como comentarista da CazéTV para quitar uma dívida de 32,4 milhões de reais. A cobertura de centro-direita focou mais no impacto eleitoral mais amplo no Rio, destacando outras mudanças políticas, como o apoio de Rogério Lisboa a Paes.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enquadrou o evento como uma transição política e incluiu reportagens sobre as batalhas jurídicas financeiras do senador.
Centro
Focou na troca de partido enquanto incluía detalhes sobre as dívidas jurídicas e controvérsias salariais do senador.
Centro-direita
Enfatizou as implicações eleitorais estratégicas para o PL e a mudança mais ampla de candidatos em direção a Eduardo Paes.

Fontes

90% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.