Shein Estreia na Bolsa de Valores de Hong Kong com Queda Significativa na Avaliação
7 fontes em 7 países
Quem noticiou
- G1
- Frankfurter Allgemeine
- Telex
- ANSA
- The Japan Times
- El Pais
- Financial Times
O que as cores significam
- Esquerda
- Centro-esquerda
- Centro
- Centro-direita
- Direita
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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
A gigante da moda rápida Shein abriu capital oficialmente na Bolsa de Valores de Hong Kong, arrecadando 1,7 bilhão de dólares americanos. As ações da empresa tiveram um início volátil, despencando até 10 por cento nas primeiras negociações para 43,72 dólares de Hong Kong, antes de se recuperarem para fechar o dia com uma leve queda de 0,1 por cento. A oferta pública inicial avaliou a empresa em aproximadamente 26,3 bilhões de dólares americanos, uma redução acentuada em relação ao seu pico de avaliação privada de quase 100 bilhões de dólares americanos em 2022.
O caminho da Shein para o mercado de ações foi marcado por atrasos e tentativas fracassadas de listagem em Nova York e Londres. Esses contratempos foram atribuídos a obstáculos regulatórios, preocupações sobre condições de trabalho, incluindo alegações de trabalho forçado na cadeia de suprimentos, e impactos ambientais. Embora a empresa tenha mudado sua sede para Singapura entre 2021 e 2022 para se distanciar da China, ela continua a depender da fabricação e logística chinesas. A empresa pretende usar os fundos arrecadados para aprimorar suas capacidades tecnológicas e expandir sua presença internacional.
Analistas apontam vários fatores que contribuíram para a avaliação mais baixa e para o ceticismo do mercado. Estes incluem a concorrência intensificada de rivais do comércio eletrônico de baixo custo, como Temu e AliExpress, bem como novas pressões regulatórias. A União Europeia introduziu novas regras alfandegárias para pacotes abaixo de 150 euros, e a França implementou um imposto sobre itens de moda ultra rápida. Além disso, a empresa enfrenta mais de 40 processos judiciais relativos a violações de propriedade intelectual.
As perspectivas sobre o IPO variam com base em inclinações políticas. Fontes de centro direita enquadram o evento como um conto preventivo de posicionamento geopolítico fracassado, sugerindo que a empresa perdeu bilhões ao tentar apagar sua identidade chinesa. Fontes de centro esquerda enfatizam a luta da empresa com alegações de direitos humanos e danos ambientais, enquanto enquadram a reação do mercado como uma demanda por provas de sustentabilidade em vez de promessas. Fontes de centro focam nos desafios operacionais, como a perda de vantagens tarifárias e a mudança no interesse dos investidores em direção à inteligência artificial.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- Destacou o impacto ambiental da empresa, as violações dos direitos trabalhistas e o ceticismo dos investidores em relação ao seu modelo de negócios.
- Centro
- Focado nos fatores operacionais e de mercado, como a concorrência e as mudanças regulatórias, que levaram à queda na avaliação.
- Centro-direita
- Enquadrou o IPO como um fracasso estratégico resultante de uma tentativa equivocada de distanciar a empresa de suas raízes chinesas.
Fontes
- Centro ANSA: Shein goes public, everything there is to know about the Chinese fast fashion giant
- Centro-esquerda El Pais: Shein falls up to 10% in its debut on the Hong Kong Stock Exchange
- Centro Financial Times: Shein’s unhappy IPO
- Centro-direita Frankfurter Allgemeine: Shein IPO: A mistake that costs billions
- Centro-esquerda G1: Shein has quiet debut on Hong Kong Stock Exchange and raises US$ 1.7 billion
- Centro Telex: After a long delay, Shein went public, but it did not succeed at all as planned
- Centro The Japan Times: Shein shares plunge 10% in Hong Kong debut after rocky road to IPO
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.