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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Governador de Sinaloa Solicita Segunda Licença Após Retorno Controversos

3 fontes em 3 países · Argentina · Brasil · Alemanha

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  • Infobae Argentina · Centro-direita · Daniel Hadad
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Deutsche Welle Alemanha · Centro · Pública · German federal public-law corporation

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Ruben Rocha Moya, o governador de Sinaloa, solicitou uma licença temporária e indefinida do cargo por um período superior a 30 dias. Este pedido ocorre apenas um dia depois de Rocha ter retomado suas funções na sexta-feira, após uma ausência anterior de 112 dias. O Congresso de Sinaloa convocou uma sessão extraordinária no domingo, 23 de agosto, para processar o pedido e determinar um possível substituto, com a Secretária Geral do Governo, Yeraldine Bonilla Valverde, citada como uma provável substituta temporária.

Rocha enfrenta acusações de promotores federais dos Estados Unidos, que alegam que ele e outros nove funcionários, atuais ou antigos, conspiraram com a facção Los Chapitos do Cartel de Sinaloa. Os EUA afirmam que o grupo traficou drogas para os Estados Unidos em troca de subornos e apoio político. Rocha negou essas acusações, chamando-as de ataques politicamente motivados pela extrema direita com a intenção de prejudicar o partido de esquerda Morena. Embora o governo mexicano tenha declarado anteriormente que Washington não forneceu evidências suficientes para a extradição, a administração mexicana abriu sua própria investigação sobre o assunto.

O breve retorno do governador ao cargo gerou significativa tensão política. A presidente Claudia Sheinbaum postou no X que o poder sem princípios torna-se arrogância e que nenhum interesse pessoal pode ser colocado acima dos interesses do povo e da nação. Embora ela não tenha nomeado Rocha explicitamente, os comentários foram amplamente interpretados como uma repreensão ao seu retorno. Rocha respondeu afirmando que Sinaloa e o movimento de transformação estão acima de tudo.

As reações ao segundo pedido de licença variaram ao longo do espectro político. Alguns membros do partido governista Morena, incluindo o senador Ignacio Mier e a deputada Maria Teresa Ealy, elogiaram a decisão como uma forma de honrar sua trajetória e permitir que as instituições façam seu trabalho. Por outroem, figuras da oposição do PAN e do PRI criticaram a situação como caótica. Alguns membros da oposição argumentaram que Rocha deveria ser detido e extraditado para os EUA agora que renunciou à sua imunidade legal, enquanto outros alegaram que ele continuou a governar nas sombras durante sua primeira licença.

Como cada lado enquadrou

Centro
Esses veículos focaram na crise política e na tensão entre o governador e a presidente Sheinbaum.
Centro-direita
Esses veículos enfatizaram as reações da oposição política e destacaram as implicações legais da renúncia da imunidade do governador.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.