Grupo de Singapura desenvolverá vacina promissora contra o Ebola para testes em humanos
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Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.
Hilleman Laboratories, sediada em Singapura, anunciou na quinta-feira que avançará no desenvolvimento de uma vacina contra o Ebola conhecida como rVSV Bundibugyo para que possa ser testada em ensaios clínicos em humanos. A Organização Mundial da Saúde identificou esta dose única como a candidata mais promissora para combater um surto mortal da cepa Bundibugyo na República Democrática do Congo. Esta cepa anteriormente não possuía vacinas ou tratamentos, e as mortes no país são estimadas entre 1.300 e 1.500 pessoas.
A vacina utiliza a mesma plataforma que a Ervebo, que é a única vacina contra o Ebola oficialmente licenciada, mas visa a cepa Zaire. Hilleman Laboratories é uma joint venture entre a instituição de caridade britânica Wellcome Trust e a empresa farmacêutica americana MSD, também conhecida como Merck na América do Norte. A MSD atuará como consultora técnica para o projeto.
O financiamento foi prometido pela Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI). Se autorizado, a CEPI e a Hilleman Laboratories pretendem garantir que as doses sejam acessíveis e estejam disponíveis em contextos de baixa e média renda. Uma vantagem fundamental da vacina rVSV Bundibugyo são seus requisitos de armazenamento; enquanto a Ervebo requer temperaturas ultra baixas, espera-se que a nova vacina dure meses em refrigeradores comuns.
O anúncio segue um desenvolvimento recente da Universidade de Oxford, que iniciou ensaios clínicos para uma vacina diferente contra o Bundibugyo na semana passada. Em maio, especialistas da OMS sugeriram que levaria de sete a nove meses antes que a vacina rVSV estivesse pronta para avaliação humana.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- O veículo enquadrou o evento como um avanço crítico de saúde com ênfase na acessibilidade para países de baixa renda.
- Centro
- O veículo enquadrou o evento como um relato factual sobre desenvolvimento médico e o estado atual do surto de Ebola.
Fontes
Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).