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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Árbitro somali Omar Artan apitará a Supercopa da UEFA após negação de entrada nos EUA para a Copa do Mundo

3 fontes em 3 países · Brasil · Índia · Catar · 1 delas ligada a um Estado

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • The Indian Express Índia · Centro · Indian Express Group (Goenka family)
  • Al Jazeera Catar · Centro-esquerda · Ligada ao Estado · Qatari government funded

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O árbitro somali Omar Artan apitará a partida da Supercopa da UEFA entre Paris Saint Germain e Aston Villa na quarta-feira. A nomeação do homem de 34 anos ocorre depois de ele ter tido a entrada negada nos Estados Unidos em junho, o que o impediu de atuar na Copa do Mundo da FIFA de 2026. Apesar de ter sido selecionado pela FIFA para o torneio e de possuir visto válido e passaporte diplomático, Artan foi afastado no Aeroporto Internacional de Miami após aproximadamente 11 horas de interrogatório. Um funcionário do Departamento de Estado dos EUA afirmou que Artan tinha ligações com indivíduos suspeitos de pertencer a organizações terroristas, uma alegação que Artan nega firmemente. Após o incidente, Artan foi recebido como um herói ao retornar à Somália. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, descreveu a situação como lamentável, mas observou que a organização não controla tudo. A UEFA justificou a nomeação de Artan citando um protocolo de cooperação assinado em abril com a Confederação Africana de Futebol. Artan, que foi o primeiro somali a apitar na Copa das Nações Africanas em 2024, será o primeiro árbitro não europeu a comandar a Supercopa. Fontes com inclinações de centro e centro-esquerda enquadram a nomeação como um gesto político da UEFA. Esses relatos sugerem que a medida é uma crítica à FIFA e ao presidente Infantino, após um conflito sobre um plano fracassado para abrir a Copa do Mundo a investidores privados e uma subsequente ameaça de boicote liderada pela UEFA.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Destacou a natureza política da nomeação e o conflito em curso entre as lideranças da UEFA e da FIFA.
Centro
Enquadrou a nomeação como um gesto político da UEFA contra a FIFA e Gianni Infantino.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.