Filhos do ex-primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, preso, levantam preocupações com a saúde
2 fontes em 2 países · Índia · Paquistão
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- The Indian Express
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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
Os filhos do ex-primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, Kasim e Sulaiman, expressaram temores em relação à saúde de seu pai, alegando que tiveram o acesso a ele negado por sete meses. Falando à CNN de Londres, os irmãos afirmaram que familiares, advogados e médicos foram impedidos de visitar o ex-premiê, que está preso desde 5 de agosto de 2023. Kasim Khan observou que o governo se recusou a fornecer relatórios de saúde, levando a preocupações de que a condição de seu pai possa ter deteriorado significativamente.
Os irmãos também alegaram que obstáculos administrativos e atrasos em vistos os impediram de viajar para o Paquistão. Embora o Ministério da Informação tenha declarado que os irmãos possuem Cartões de Identidade Nacional para Paquistaneses no Exterior e não necessitam de vistos, os filhos sustentaram que esses cartões expiraram e não foram renovados. O governo rejeitou as alegações de blecaute, afirmando que a saúde de Khan permanece estável e que ele continua a receber cuidados médicos e acesso legal de acordo com as regras prisionais. Uma declaração do governo citou uma conversa telefônica entre Khan e um de seus filhos em 21 de março de 2026, como prova de contato contínuo.
Esses desenvolvimentos coincidem com o terceiro aniversário da prisão de Khan. Apoiadores de seu partido, Pakistan Tehreek-e-Insaf (PTI), realizaram protestos em todo o país, incluindo comícios em Karachi e Lahore que foram respondidos com ação policial e prisões. A Anistia Internacional também renovou os apelos para que a família e os advogados de Khan tenham acesso a ele. Khan cumpre atualmente sentenças relacionadas a casos de corrupção e Toshakhana, e enfrenta julgamentos pendentes ligados aos protestos de 9 de maio de 2023.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- O relatório enfatizou a falta de transparência do governo e destacou a condição médica específica e os mandatos legais de acesso que o Estado teria ignorado.
- Centro
- O relatório apresentou a situação como um impasse entre dois relatos concorrentes, fornecendo um resumo equilibrado tanto das alegações da família quanto das refutações do governo.
Fontes
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.