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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Crise no STF se aprofunda enquanto ministros divergem sobre sigilo e investigações no caso Banco Master

5 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta uma grave crise interna enquanto ministros trocam acusações públicas sobre a condução das investigações envolvendo o Banco Master e seu antigo proprietário, Daniel Vorcaro. O presidente do Tribunal, Edson Fachin, ordenou que o ministro André Mendonça levante o sigilo de documentos relacionados ao caso, concedendo um prazo de 24 horas para cumprimento. Esta ordem segue pedidos da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do ministro Alexandre de Moraes. Embora Mendonça tenha liberado dezenas de investigações, ele continua a manter o sigilo sobre certos documentos, argumentando que a divulgação total poderia comprometer operações policiais em curso. Estes documentos liberados confirmam que o senador Flávio Bolsonaro está sob investigação da Polícia Federal em relação ao financiamento de um filme intitulado Dark Horse, que retrata a vida de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O conflito escalou para uma batalha pessoal e institucional entre os ministros Moraes e Mendonça. Moraes está sob escrutínio devido a relatos de mensagens entre ele e Vorcaro, bem como um contrato de milhões de reais envolvendo o escritório de advocacia de sua esposa e o banco. Em resposta, Moraes acusou Mendonça de transparência seletiva para proteger grupos políticos específicos. Ele solicitou que seu próprio caso seja julgado juntamente com uma petição para investigar Mendonça por alegados abusos de autoridade. Enquanto isso, o ministro Cristiano Zanin solicitou repetidamente acesso aos dados brutos do telefone celular de Vorcaro, pedido que Mendonça negou, afirmando que o material é mantido em um envelope lacrado como contraprova.

Outros ministros tentaram intervir para estabilizar o Tribunal. O ministro Gilmar Mendes sugeriu que o presidente Fachin assumisse a relatoria dos casos envolvendo tanto Moraes quanto Mendonça para garantir uma análise conjunta e ordenada. Ele também sugeriu o adiamento da sessão extraordinária agendada para terça-feira, 15 de outubro, que tem como objetivo decidir se Moraes será formalmente investigado. Além disso, relatos indicam que o ministro Dias Toffoli também foi vinculado ao caso por meio de transações comerciais envolvendo um resort e um fundo administrado pelo cunhado de Vorcaro.

Veículos com inclinação de centro-direita enquadram a situação como uma manobra estratégica de Moraes para evitar a responsabilização ao atacar Mendonça. Eles enfatizam os potenciais crimes envolvendo Moraes e Toffoli, enquanto destacam a fragilidade das acusações contra Mendonça. Por outro lado, veículos de centro e centro-esquerda focam mais na instabilidade institucional do Tribunal e nas implicações legais das investigações envolvendo Flávio Bolsonaro e a luta mais ampla por transparência.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Destacou a tensão entre os ministros e as implicações mais amplas das investigações da Polícia Federal sobre corrupção.
Centro
Focado na crise institucional e no status legal específico de Flávio Bolsonaro como parte investigada.
Centro-direita
Enquadrou o evento como uma tentativa tática de Moraes de desviar a atenção de seus próprios potenciais crimes ao visar Mendonça.

Fontes

93% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.