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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministro do STF Autoriza Terceiro Inquérito Contra Filho do Presidente Lula por Tráfico de Influência

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, autorizou a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, para investigar suspeitas de tráfico de influência. A investigação segue um pedido da Polícia Federal (PF) e foca em alegados negócios ilícitos dentro do governo federal. O ministro Dino também autorizou uma investigação separada sobre o vazamento ilegal de informações confidenciais relacionadas ao caso.

Lulinha já é alvo de outros dois inquéritos autorizados pelo ministro André Mendonça. Essas investigações anteriores examinam suspeitas de corrupção e tráfico de influência referentes à comercialização de cannabis medicinal e possíveis favores concedidos a um empresário na Dataprev, a empresa de tecnologia da previdência social do governo. Um relatório especifica que o terceiro inquérito envolve uma empresa de tecnologia com contratos governamentais que totalizam 81,1 milhões de reais.

Outro relatório observa que a PF encontrou movimentações financeiras entre Roberta Luchsinger, associada de Lulinha, e Marco Aurélio Santana, ex-chefe de gabinete do presidente Lula. Santana afirmou que essas movimentações foram para um empréstimo que já foi pago. O presidente Lula afirmou que seu filho não receberá privilégios e deve provar sua inocência, afirmando que qualquer pessoa considerada culpada deve pagar por seus erros.

A defesa de Lulinha negou qualquer irregularidade, descrevendo as investigações como uma "expedição de pesca" e sugerindo que são movidas por interesses políticos. O momento desses inquéritos causou preocupação dentro do governo, pois coincidem com o início do período de campanha presidencial.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Estes relatos enfatizam as alegações da defesa de instrumentalização política e destacam a posição do presidente Lula de que não protegerá seu filho se ele for culpado.
Centro
Esta cobertura foca nos detalhes específicos dos três inquéritos separados e fornece negativas oficiais dos órgãos governamentais envolvidos.
Centro-direita
Este enquadramento enfatiza o valor monetário específico dos contratos governamentais e destaca as alegações da defesa de que a PF está sendo usada para desgaste político.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.