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Ministro do STF Gilmar Mendes Propõe Proibição de Policiais e Militares em Gabinetes Judiciais

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), formalizou uma proposta de alteração no regimento interno da corte para proibir que membros das Forças Armadas e de carreiras policiais atuem nos gabinetes dos ministros. A proposta, enviada ao presidente do STF, Edson Fachin, proibiria a nomeação de tais profissionais para cargos comissionados ou funções nesses gabinetes, independentemente de estarem licenciados ou cedidos. Abre-se uma exceção para aqueles que desempenham funções de segurança, desde que não participem da instrução de inquéritos, processos judiciais ou atividades de assessoria jurídica. Se aprovada, a medida exigiria o retorno imediato aos órgãos de origem do pessoal que atualmente serve em violação à regra.

A proposta abrange uma ampla gama de profissionais, incluindo Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, polícias civil e militar, polícia penal e bombeiros. Dados atuais do portal da transparência do STF indicam que diversos agentes estão atualmente cedidos ao tribunal. Relatos especificam que o ministro André Mendonça possui dois delegados da Polícia Federal e um agente da polícia civil em seu gabinete, enquanto o ministro Alexandre de Moraes possui dois delegados da Polícia Federal. Informa-se que o ministro Flávio Dino possui um policial militar do Maranhão. Embora uma fonte tenha mencionado um delegado no gabinete do ministro Luiz Fux, o STF afirmou que se tratava de uma inconsistência técnica no sistema de registro e que Fux não possui delegados em sua equipe.

A iniciativa ocorre em meio a tensões internas e disputas jurídicas específicas. Fontes de centro e centro-direita observam que a proposta ganhou força após uma crise entre o ministro Mendonça e o Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Outros relatos vinculam o momento à divulgação de diálogos entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. A proposta deve agora ser analisada pela Comissão Permanente de Regimento antes de ser submetida para validação pelo plenário da corte em sessão administrativa.

Como cada lado enquadrou

Centro
Esses veículos focaram nas etapas processuais da proposta e na tensão institucional mais ampla entre os ministros e a liderança da Polícia Federal.
Centro-direita
Esses veículos enfatizaram a conexão entre a proposta e escândalos específicos, como os diálogos de Daniel Vorcaro e a condução de investigações sensíveis.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.