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Ministro do STF Cristiano Zanin Busca Responsabilização Após Deltan Dallagnol Anexar Dados Fiscais Secretos em Processo

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin solicitou que a Justiça Eleitoral do Paraná responsabilize os culpados pela exposição pública de seus registros fiscais e bancários confidenciais. Os documentos foram anexados ao registro de candidatura ao Senado do ex-procurador Deltan Dallagnol. As informações foram originalmente obtidas em 2019 durante a Operação Lava Jato, enquanto Zanin atuava como advogado do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva; tais registros foram posteriormente anulados pelo tribunal.

A equipe jurídica de Dallagnol afirmou que os documentos faziam parte de uma representação disciplinar mais ampla movida por Zanin contra o ex-procurador. Eles argumentaram que os arquivos foram apresentados na íntegra para evitar a omissão de informações relevantes à elegibilidade de Dallagnol e para contestar tentativas de impugnar sua candidatura. A defesa negou qualquer intenção de expor os dados pessoais do ministro.

Em resposta ao protocolo, o Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), Juiz Luciano Carrasco Falavinha Souza, determinou que os documentos fossem colocados sob sigilo e deu a Dallagnol 24 horas para explicar a exposição. O TRE-PR também encaminhou o assunto ao Ministério Público para investigar o vazamento de dados confidenciais de terceiros. O tribunal observou que os advogados são responsáveis por marcar os documentos como confidenciais ao fazer o upload no sistema eletrônico.

Veículos com inclinação de centro-direita enfatizaram o argumento da defesa de que os documentos eram necessários para provar a elegibilidade do candidato. Em contraste, o veículo de inclinação central forneceu contexto adicional sobre a cassação anterior de Dallagnol pelo TSE e a natureza específica da quebra de sigilo envolvendo o caso Fecomércio-RJ.

Como cada lado enquadrou

Centro
Esta reportagem destacou o histórico jurídico da cassação da candidatura anterior de Dallagnol e as origens específicas da quebra de sigilo.
Centro-direita
Essas reportagens focaram na justificativa da defesa de que os documentos eram essenciais para provar a elegibilidade do candidato.

Fontes

90% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.