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Presidente do STF, Fachin, dá 72 horas para Ministro Mendonça responder a pedido de reintegração de diretores da PF

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Todos os veículos que cobriram esta história compartilham a mesma orientação política; leia com isso em mente.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, deu ao Ministro André Mendonça 72 horas para responder a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para anular a remoção do Diretor-Geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e do Diretor de Inteligência, Leandro Almada. A AGU, representando o governo federal, argumenta que a decisão de Mendonça viola a prerrogativa constitucional exclusiva do Presidente da República de nomear e remover a liderança da PF. A AGU alertou ainda que as vacâncias abruptas no comando estratégico criam um risco concreto de desorganização institucional.

O Ministro Mendonça ordenou as remoções depois que o Ministro Alexandre de Moraes utilizou relatórios de inteligência da PF para solicitar uma investigação sobre Mendonça a respeito do caso Banco Master e descontos ilegais do INSS. Mendonça caracterizou esses relatórios como monitoramento sistemático e coleta direcionada de informações pessoais e profissionais, descrevendo as ações como espionagem institucional. Ele também ordenou que a Corregedoria da PF abrisse inquéritos criminais e disciplinares e suspendeu a produção de relatórios de inteligência que analisam as ações de juízes e defensores públicos.

Embora a Segunda Turma do STF tenha inicialmente formado maioria para validar as remoções, o Ministro Gilmar Mendes solicitou mais tempo para análise, sugerindo que a questão seja decidida pelo plenário completo. A AGU apoia essa visão, observando que Mendonça havia indicado anteriormente que a questão deveria ser examinada pelo plenário antes de uma decisão individual. O conflito segue uma série de eventos iniciados em 1º de outubro, quando Mendonça levantou o sigilo de um relatório que revelava mensagens entre o Ministro Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Como cada lado enquadrou

Centro-direita
Veículos com inclinação de centro-direita enquadraram o evento como um conflito de competências institucionais e uma batalha jurídica entre ministros do STF pelo controle da Polícia Federal.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.