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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Três Confederações Continentais de Futebol Publicam Carta Aberta Acusando Presidente da FIFA de Engano

17 fontes em 12 países · 1 delas ligada a um Estado

Quem noticiou

  • Der Spiegel Alemanha · Centro-esquerda · ~50% staff-owned
  • Sueddeutsche Zeitung Alemanha · Centro-esquerda · Sudwestdeutsche Medien Holding
  • Deutsche Welle Alemanha · Centro · Pública · German federal public-law corporation
  • Frankfurter Allgemeine Alemanha · Centro-direita · FAZIT-Stiftung (foundation)
  • The Guardian Reino Unido · Centro-esquerda · Scott Trust Limited
  • BBC News Reino Unido · Centro · Pública · Licence fee, royal charter
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation
  • elDiarioAR Argentina · Centro-esquerda · Newsroom-majority owned, membership funded
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • France 24 França · Centro · Pública · France Medias Monde (French state holding)
  • The Indian Express Índia · Centro · Indian Express Group (Goenka family)
  • Tempo English Indonésia · Centro-esquerda · PT Tempo Inti Media
  • Dawn Paquistão · Centro-esquerda · Pakistan Herald Publications (Haroon family)
  • Al Jazeera Catar · Centro-esquerda · Ligada ao Estado · Qatari government funded
  • Business Day África do Sul · Centro-direita · Arena Holdings (Lebashe Investment Group)
  • El Pais Espanha · Centro-esquerda · Grupo PRISA
  • CNN Estados Unidos · Centro-esquerda · Warner Bros. Discovery

O que as cores significam

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O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Os presidentes e secretários gerais da UEFA, CONCACAF e AFC publicaram uma carta aberta conjunta acusando o presidente da FIFA, Gianni Infantino, de quebrar a confiança por meio de engano. A carta segue uma controvérsia sobre a proposta Fifa Forward Enterprise, agora descartada, que buscava vender uma participação de 21 por cento nos direitos comerciais e de ingressos das competições da FIFA, incluindo a Copa do Mundo, para investidores privados. As três confederações afirmaram que a liderança no futebol é um dever de serviço e não uma posse, e argumentaram que Infantino se colocou acima do coletivo. Eles criticaram ainda uma reunião de emergência recente em Marrocos, observando que ela incluiu apenas funcionários seniores da FIFA e excluiu membros do conselho e associações membros.

As confederações estão exigindo que um terceiro independente realize uma revisão dos eventos, rejeitando o plano da FIFA de produzir seu próprio relatório interno. A UEFA manteve a ameaça de boicotar as competições da FIFA, com alguns relatos sugerindo que a próxima Copa do Mundo Feminina Sub-20 em setembro poderá ser afetada. Além disso, alguns relatos indicam que a UEFA, a AFC e a CONCACAF realizaram discussões preliminares sobre a criação de torneios internacionais rivais caso a crise escale.

Infantino continua a receber apoio da Confederação Africana de Futebol (CAF), bem como das associações de futebol da Argentina e do México. A FIFA defendeu seu presidente, descrevendo a oposição como um esforço coordenado e contínuo para minar a organização. Essa tensão ocorre em meio a relatos separados sobre um pagamento de saída feito pela UEFA a um ex-funcionário durante o mandato de Infantino como secretário geral da UEFA, o qual a FIFA descartou como infundado. Embora se esperasse anteriormente que Infantino concorresse sem oposição à reeleição em março, a ruptura atual levou a pedidos de sua renúncia por parte da Federação Norueguesa de Futebol e à retirada do apoio da Associação de Futebol Inglesa.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esses veículos enfatizaram a ameaça de torneios dissidentes e a falha sistêmica de liderança.
Centro
Esses veículos focaram no conflito processual e no equilíbrio de poder entre as confederações e a FIFA.
Centro-direita
Esses veículos destacaram as acusações específicas de engano e a quebra de confiança em relação ao plano de privatização.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.