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UnionPay Lançará Piloto Conectando Aplicativos de Pagamento Chineses ao Pix do Brasil

3 fontes em 2 países · Brasil · Hong Kong

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • South China Morning Post Hong Kong · Centro-direita · Alibaba Group

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A UnionPay International anunciou um projeto piloto que permitirá que usuários de aplicativos de pagamento chineses paguem via código QR em estabelecimentos brasileiros conectados ao sistema Pix. O anúncio foi feito pelo consulado geral da China no Rio de Janeiro. O projeto aplica-se atualmente ao aplicativo UnionPay e bancos comerciais vinculados, embora a mídia estatal chinesa relate que o acesso poderá ser estendido posteriormente a outras carteiras digitais na rede UnionPay. Atualmente, não inclui o Alipay ou o WeChat Pay, que são os aplicativos de pagamento por código QR dominantes usados por turistas na China.

O momento do anúncio segue uma medida recente dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25 por cento sobre produtos brasileiros. O sistema Pix é uma de seis áreas citadas por Washington como motivação para as tarifas, com base no argumento de que o Banco Central do Brasil regula o setor de pagamentos e opera um serviço concorrente. Empresas de cartões americanas alegaram que esse papel duplo inclina o mercado contra elas.

Embora o Banco Central do Brasil tenha assinado um memorando de cooperação com a China em relação à infraestrutura financeira e pagamentos, ainda não estabeleceu regras públicas formais para conectar o Pix a sistemas de pagamento estrangeiros. As operações internacionais atuais do Pix em países como Argentina, Chile, Portugal e França dependem de acordos comerciais privados. Esses contratos privados determinam taxas de câmbio, responsabilidade por fraude e manuseio de dados sem consulta pública ou um padrão comum.

Veículos com inclinação de centro e centro-esquerda enquadram o evento como um movimento estratégico da China para estabelecer um precedente e ocupar um vácuo regulatório antes que o governo brasileiro defina regras oficiais. Em contraste, o veículo de centro-direita enquadra o evento como uma resposta direta à pressão comercial dos EUA e destaca a escala do sistema Pix, que atinge aproximadamente 15 milhões de comerciantes.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enquadrou o evento como a China estabelecendo um precedente em um vácuo de regras públicas para a internacionalização do Pix.
Centro
Enquadrou o evento como a China preenchendo estrategicamente uma lacuna regulatória deixada pelo Banco Central do Brasil.
Centro-direita
Enquadrou o evento como uma reação às tarifas dos EUA e enfatizou a dominância de mercado do sistema Pix.

Fontes

90% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.