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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Estados Unidos e Venezuela Anunciam Acordo Petrolífero Massivo em Meio a Controvérsia

3 fontes em 3 países · Brasil · Chile · Reino Unido

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • La Tercera Chile · Centro-direita · Copesa (Saieh family)
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Os Estados Unidos e a Venezuela anunciaram um grande acordo petrolífero envolvendo o desenvolvimento de 17 campos contendo aproximadamente 65 bilhões de barris de reservas provadas. Donald Trump descreveu o acordo como o maior acordo petrolífero da história, afirmando que os EUA obtiveram o controle majoritário sobre as reservas sem custo para os contribuintes americanos. Delcy Rodriguez, representando a Venezuela, afirmou que o acordo trará mais de 100 bilhões de dólares em investimentos e aproximadamente 209 bilhões de dólares em receita tributária para o estado venezuelano. Enquanto autoridades dos EUA alegam que o acordo criará empregos e reconstruirá a economia venezuelana, Rodriguez observou que o acordo está definido por 25 anos com uma meta de produção superior a 1,5 milhão de barris por dia.

O acordo gerou críticas significativas de diversas perspectivas políticas. Um relatório de tendência central observa que o economista Ricardo Haussmann criticou os EUA por se aliarem a um governo opressor em vez de restaurar a democracia. Por outro lado, o ex-ministro do petróleo Rafael Ramirez descreveu o acordo como uma forma de novo colonialismo e inconstitucional. Um relatório de centro-direita destaca que os EUA ganham um suprimento próximo de petróleo bruto para reabastecer sua Reserva Estratégica e apoiar necessidades militares durante um conflito com o Irã que elevou os preços internos dos combustíveis. Especialistas jurídicos e de petróleo expressaram cautela, observando que o texto completo do contrato não foi divulgado e que a realização real dos investimentos depende de segurança jurídica e marcos contratuais.

Como cada lado enquadrou

Centro
Focado no embate ideológico entre a oposição e os críticos do governo em relação à legitimidade do acordo.
Centro-direita
Enquadrou o acordo como um movimento geopolítico estratégico para os EUA reduzirem os preços dos combustíveis e uma aposta econômica arriscada para a Venezuela.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.