Dólar dos EUA cai frente ao real brasileiro após decisão do Fed e dados de desemprego
2 fontes · Brasil
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Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.
O dólar dos EUA caiu em relação ao real brasileiro na quinta-feira, após a decisão do Federal Reserve dos EUA de manter as taxas de juros e relatos de queda no desemprego no Brasil. O Federal Reserve manteve sua taxa básica entre 3,5% e 3,75%, marcando a quinta reunião consecutiva sem alteração. Embora três dos doze membros do Comitê Federal de Mercado Aberto tenham votado por um aumento de 0,25 ponto percentual, a decisão de manter as taxas era esperada por grande parte do mercado.
No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou que o desemprego caiu para 5,4% nos três meses encerrados em junho. Este número representa o nível mais baixo para este período desde que a série histórica começou em 2012. Além disso, dados do Banco Central mostraram que a inadimplência de crédito permaneceu estável em 4,7% em junho; esta é a taxa mais alta desde março de 2011.
As reações do mercado variaram por ativo e momento. O dólar caiu para aproximadamente R$ 5,09 na manhã de quinta-feira. Enquanto o índice Ibovespa fechou em queda de 1,35% na quarta-feira, ele avançou quase 0,6% na manhã de quinta-feira, em linha com os ganhos em Wall Street.
O presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, enfatizou o compromisso com uma meta de inflação de 2% e observou que a inflação permanece elevada devido a choques de oferta em setores como energia. Alguns analistas interpretaram a decisão do Fed como um sinal de que não há pressa para aumentar as taxas, o que favorece ativos de mercados emergentes. No entanto, outros investidores consideraram as mensagens de Warsh sobre a política monetária futura e a inflação contraditórias.
Como cada lado enquadrou
- Centro
- Veículos com essa inclinação enquadraram o evento como um relatório econômico neutro centrado em dados de bancos centrais e agências governamentais.
Fontes
Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).