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Produtor dos EUA de 'Dark Horse' Recusa Fornecer Documentos Financeiros à Polícia Federal Brasileira

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Michael Brian Davis, sócio americano da Go Up, a produtora do filme 'Dark Horse', recusou um pedido da Polícia Federal (PF) para fornecer voluntariamente documentos financeiros e corporativos relativos à produção do filme nos Estados Unidos. Davis afirmou que apenas liberará documentos contábeis, fiscais, bancários ou contratuais se for ordenado por um juiz dos EUA, alegando que as solicitações das autoridades brasileiras devem ser formalizadas por meio de canais diplomáticos e cooperação jurídica internacional.

O filme é baseado na biografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está atualmente preso por tentativa de golpe. A PF investiga o senador Flávio Bolsonaro, candidato à presidência em 2026, por seu papel na negociação de pelo menos US$ 24 milhões (aproximadamente R$ 122,7 milhões) com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do filme. Investigadores suspeitam que parte dos fundos arrecadados para o longa possa ter sido utilizada para cobrir despesas de Eduardo Bolsonaro, outro filho do ex-presidente, que reside nos Estados Unidos e teria atuado como gestor dos fundos.

Documentos divulgados pelo ministro do STF André Mendonça mostram que a PF solicitou notas fiscais e contratos com atores estrangeiros, incluindo Jim Caviezel, para verificar o gasto real de aproximadamente R$ 54,2 milhões relatados em território americano. Embora Karina Gama, sócia da Go Up no Brasil, tenha fornecido alguns registros de gastos ao STF, ela também apresentou a recusa de Davis em fornecer os dados do exterior. Reportagens do The Intercept e da piauí indicam que, embora US$ 24 milhões tenham sido negociados, pelo menos US$ 12,3 milhões foram efetivamente pagos.

O senador Flávio Bolsonaro pediu total transparência em relação ao material, afirmando que as evidências confirmarão que não há nada de errado com o filme. Uma fonte de centro-esquerda destacou que a recusa do produtor mantém o sigilo sobre 72 por cento dos custos de produção do filme.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Veículos de centro-esquerda enfatizaram a falta de transparência e a porcentagem específica dos custos de produção que permanecem em sigilo.
Centro
O veículo de centro forneceu um relato detalhado dos requisitos legais para a entrega de documentos e dos papéis específicos dos membros da família Bolsonaro na investigação.

Fontes

93% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.