the news now
Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Tesouro dos EUA Dobra Recompras de Títulos de Longo Prazo para Apoiar Liquidez do Mercado

5 fontes em 4 países · Brasil · Argentina · Chile · Reino Unido

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Infobae Argentina · Centro-direita · Daniel Hadad
  • La Tercera Chile · Centro-direita · Copesa (Saieh family)
  • Financial Times Reino Unido · Centro · Nikkei Inc.

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou que dobrará o volume de suas operações de recompra de dívida governamental de longo prazo. Começando em 9 de setembro e continuando até 4 de novembro de 2026, o Tesouro aumentará o volume de recompra de US$ 2 bilhões para pelo menos US$ 4 bilhões por operação para títulos com vencimentos entre 10 e 30 anos. Esta medida visa proporcionar maior liquidez ao mercado após os custos de empréstimo para dívidas de longo prazo atingirem níveis não vistos desde 2007.

Após o anúncio, os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA diminuíram. O rendimento do título de 30 anos caiu para aproximadamente 5,19 por cento, vindo de um pico recente de 5,34 por cento, enquanto o rendimento de 10 anos caiu para cerca de 4,6 por cento. Analistas de mercado observaram que, ao aumentar a demanda por esses títulos, o Tesouro efetivamente exerce pressão para a baixa nas taxas de juros. Essa mudança reduziu o apelo do dólar americano e incentivou o investimento em ativos de maior risco.

Os mercados globais reagiram positivamente à notícia. No Brasil, o Ibovespa subiu mais de 2 por cento e o dólar caiu para aproximadamente R$ 5,16. No Chile, o índice Ipsa aumentou e o dólar apagou parte de seus ganhos anteriores. Ações e títulos argentinos também apresentaram movimento positivo. Além disso, os índices de Wall Street mostraram resultados mistos a positivos, com a alta do Dow Jones e do S&P 500.

Os investidores também monitoram a próxima divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve para encontrar pistas sobre as trajetórias futuras das taxas de juros. Tensões geopolíticas no Oriente Médio, especificamente em relação ao Estreito de Ormuz, também contribuíram para a volatilidade recente do mercado e pressão sobre ativos de renda fixa.

Como cada lado enquadrou

Centro
Esses veículos focaram na mecânica técnica das recompras e no impacto resultante nos índices globais de moedas e bolsas de valores.
Centro-direita
Esses veículos destacaram a reação positiva dos ativos de risco e enfatizaram o papel da estabilidade fiscal e da liquidez no apoio à recuperação do mercado.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.