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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Polícia Federal Brasileira Investiga Financiamento do Filme 'Dark Horse' com Jair Bolsonaro

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Polícia Federal brasileira está investigando o financiamento do filme 'Dark Horse', uma produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, em meio a suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Documentos divulgados pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Andre Mendonca, revelam que a produtora, Go Up Entertainment, recebeu pelo menos US$ 12,3 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro. Esses fundos foram transferidos via Entre Investimentos para o Havengate Development Fund nos Estados Unidos, que é administrado por Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro. A investigação também examina se fundos públicos de emendas parlamentares ou um contrato com a prefeitura de São Paulo foram desviados ilegalmente para o filme.

Registros financeiros detalham gastos significativos para o ator principal do filme, Jim Caviezel. Uma planilha orçamentária indica um cachê solicitado de US$ 4 milhões para Caviezel, um valor que profissionais da indústria citaram como excessivo. Além disso, a produção gastou mais de R$ 800.000 em segurança e hospedagem de luxo para Caviezel e sua equipe no Hotel Unique em São Paulo, incluindo R$ 298.000 por uma estadia que incluiu gorjetas e massagens. Outros custos incluíram R$ 10.000 para uma peruca para Caviezel e R$ 3.000 para extensões de cabelo para a atriz que interpreta Michelle Bolsonaro.

A investigação destaca o envolvimento do Senador Flavio Bolsonaro, que teria se reunido com Daniel Vorcaro para discutir o projeto. A Polícia Federal também observou uma discrepância entre o orçamento do filme e os valores padrão do mercado audiovisual no Brasil. O diretor Cyrus Nowrasteh contestou essas comparações, argumentando que os valores relatados incluem custos de marketing, que são tipicamente listados separadamente nos Estados Unidos. Enquanto isso, Flavio Bolsonaro afirmou que o financiamento é uma questão privada envolvendo um filme privado e não contém recursos públicos.

Enquanto as reportagens de centro e centro-esquerda focam fortemente na potencial natureza criminosa do financiamento e nos altos cachês do ator, a reportagem de centro-direita enfatiza os gastos específicos com luxo e as ambiciosas projeções de receita para o filme, que excedem em muito os ganhos do filme mais bem-sucedido da história brasileira.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enfatizou as alegações criminais de lavagem de dinheiro e as conexões políticas específicas que facilitaram o financiamento.
Centro
Focado na disparidade entre o alto cachê do ator e os padrões da indústria, ao mesmo tempo em que observa a defesa do diretor.
Centro-direita
Destacou os gastos específicos com luxo para o ator e as projeções financeiras irreais para o sucesso do filme.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.