1 de agosto de 2026
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Polícia Federal Brasileira Investiga Senador Jaques Wagner por Vínculos com o Banco Master

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

A propriedade é divulgada, nunca avaliada.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.

A Polícia Federal (PF) identificou evidências que sugerem um acordo estruturado entre o Senador Jaques Wagner e executivos do Banco Master. De acordo com documentos da PF, Wagner teve 74 chamadas telefônicas, totalizando mais de cinco horas, com o empresário Augusto Ferreira Lima entre novembro de 2023 e maio de 2025. Investigadores afirmam que essas comunicações frequentemente coincidiam com eventos legislativos de interesse do banco, como emendas relativas ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A PF também indica que Wagner recebeu presentes, utilizou jatos privados e helicópteros, e teve ingressos para shows de Taylor Swift no valor de 63.000 reais comprados para sua filha e neta. Além disso, relatórios mencionam negociações para um apartamento de luxo em Salvador no valor de 2,45 milhões de reais.

Outras descobertas enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) sugerem que Wagner investiu aproximadamente 167.298 reais em um certificado de depósito bancário (CDB) no Banco Master, que cresceu para mais de 194.000 reais. A investigação também menciona outros políticos que teriam recebido presentes de Lima, incluindo o Governador Jerônimo Rodrigues, o Prefeito Bruno Reis e o ex-Prefeito ACM Neto. O Advogado-Geral da União, Jorge Messias, negou ter participado de uma reunião com Lima no escritório de Wagner.

O Senador Jaques Wagner negou qualquer irregularidade, chamando a ação da PF de "patacoada" e afirmando que provará sua inocência. Ele alega que a investigação está criminalizando relações profissionais e que nunca trabalhou em favor do Banco Master. Em declarações relatadas por diferentes fontes, ele enfatizou seu foco nas próximas eleições e afirmou ter o apoio do Presidente Lula.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esta cobertura focou na defesa do senador e em sua alegação de apoio político do presidente.
Centro
Estes relatórios focaram nos detalhes probatórios específicos fornecidos pela Polícia Federal, incluindo registros de chamadas, valores de investimento e presentes de luxo.

Fontes

Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).