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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Parlamentares Brasileiros Buscam Investigações sobre Instituto Fundado pelo Ministro do STF André Mendonça

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • Agencia Publica Brasil · Esquerda · Non-profit, grant funded
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Parlamentares dos partidos PT e PSOL apresentaram representações a órgãos de fiscalização para investigar contratos assinados sem licitação entre o setor público e o Instituto Iter, entidade fundada pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Os pedidos buscam examinar a legalidade desses contratos e os beneficiários econômicos dos fundos recebidos. Uma representação, apresentada pelo Deputado Lindbergh Farias à Procuradoria Geral da República, solicita especificamente a quebra de sigilo bancário e fiscal do instituto, de seus sócios e diretores.

O instituto garantiu múltiplos contratos sem licitação. Relatórios indicam acordos com o governo do estado de São Paulo por aproximadamente 1,63 milhão de reais e com a administração da cidade de São Paulo por cerca de 380.000 reais. Relatórios adicionais afirmam que o instituto obteve pelo menos 52 desses contratos com vários governos e tribunais, totalizando 8,2 milhões de reais em dois anos, incluindo um contrato de 1,6 milhão de reais com o Tribunal de Justiça do Amazonas.

O Ministro Mendonça anunciou recentemente sua saída da sociedade do instituto, afirmando que cedeu suas quotas e as de sua esposa sem compensação financeira. Ele indicou que a instituição se tornaria sem fins lucrativos e que ele permaneceria apenas como professor. No entanto, parlamentares questionam se essa saída formal representa uma ruptura econômica completa. Um relatório também observa que Mendonça usou a sede do instituto para uma reunião não oficial com o banqueiro Daniel Vorcaro em 14 de março de 2025, deixando a sociedade um dia depois que essa reunião se tornou pública.

O enquadramento do evento varia conforme a inclinação política. Uma fonte de centro foca nos pedidos legais específicos de quebra de sigilo e na defesa do ministro de que não está sendo acusado de um crime. Uma fonte de esquerda enfatiza a escala dos contratos e sugere que o prestígio do ministro no STF possa ter sido usado para contornar processos de licitação e inflar preços.

Como cada lado enquadrou

Esquerda
Destaca o volume total de contratos e levanta explicitamente suspeitas de que a posição judicial do ministro foi usada para burlar as leis de licitação.
Centro
Foca nos aspectos processuais das representações legais e inclui as defesas específicas do ministro em relação à sua saída do instituto.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.